JORNAL DE PLÁSTICOS - JANEIRO DE 2000

NOTAS SINTÉTICAS

• FUSÃO DA EXXON MOBIL CORP.COM A MOBIL, desfraldará a bandeira da liderança da atividade mundial de petróleo e petroquímica. Em virtude desse acontecimento, haverá uma campanha publicitária nos EUA, Europa, Ásia, Oriente médio, América Latina e África.

• SE HOUVER PROJEÇÃO DO PET MAIOR QUE 15% AO ANO, a Rhodia-Ster vai buscar de sua posição na liderança no Mercosul.

• ANUNCIA-SE QUE 300 ITENS DO IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO SERÃO REDUZIDOS de 18% para 5%, destacando-se que 90 são relativos a máquinas e equipamentos utilizados pelo setor industrial de química e petroquímica.

• “EXPERTS” DA PETROQUÍMICA FORAM SURPREENDIDOS com a não realização da esperada fusão entre a Ipiranga e a Odebrecht em Triunfo, no Rio Grande do Sul, sabendo-se que a Copesul tem, agora, capacidade instalada de 1.130 milhão de toneladas por ano de eteno.

• IBAMA OFERECE TECNOLOGIA QUE PERMITE AGREGAR RESTOS DE MADEIRA COM POLIETILENO PARA PRODUZIR TÁBUAS. Já a Empresa Brasileira de Reciclagem (EBR), de Santos (SP), está desenvolvendo processos e oferecendo franquias com o sentido de dissiminar uma técnica que permite a utilização do PVC, Polipropileno, Náilon e plásticos de engenharia, desde que não sejam misturados, para fabricar um substituto de madeira.

• À MEDIDA QUE O TEMPO PASSA, OS PLÁSTICOS SE PROJETAM. Até o BNDES-Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, volta-se para estudos de viabilização de financiamentos e apóia o projeto de exportação de nossos artefatos plásticos, abrindo finalmente o mercado externo para uma infinidade de países em desenvolvimento.

• A VENEZUELA DESEJA AMPLIAR a cooperação com o Brasil, a fim de fornecer gás natural ao nordeste através de dutos.

• O CONTROLE DA COPENE, “MAIS DIA MENOS DIA”, estará em mãos de grupos estrangeiros, entre eles: Basf, Dow Química e Repsol, que estão em contato estreito com os grupos: Odebrecht, Mariani e Conepar.

• COPESUL (COMPANHIA PETROQUÍMICA DO SUL) inaugurou novas unidades, ampliando a produção de eteno em 65%, passando a fabricar buteno-I e propano.

• PARTICIPAÇÃO ACIONÁRIA DO AGUARDADO PÓLO DO RIO - Petrobrás, 16,5%; BNDESPar, 16,5%; Suzano, 33%; Unipar, 33%. Contratos assinados, mãos à obra: ABB Lumus será responsável pela construção e montagemdo Pólo Gás-Químico,considerado o maior investimento do setor industrial do ano 2000, no Rio de Janeiro. Vale lembrar que o Pólo utilizará o gás da bacia de Campos.

VOLTAR | SEGUIR