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NOTAS SINTÉTICAS
• FUSÃO DA EXXON MOBIL CORP.COM A MOBIL, desfraldará
a bandeira da liderança da atividade mundial de petróleo e petroquímica. Em virtude desse
acontecimento, haverá uma campanha publicitária nos EUA, Europa, Ásia, Oriente médio,
América Latina e África.
• SE HOUVER PROJEÇÃO DO PET MAIOR QUE 15% AO ANO, a Rhodia-Ster vai buscar de sua posição
na liderança no Mercosul.
• ANUNCIA-SE QUE 300 ITENS DO IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO SERÃO REDUZIDOS de 18% para 5%, destacando-se
que 90 são relativos a máquinas e equipamentos utilizados pelo setor industrial de química
e petroquímica.
• “EXPERTS” DA PETROQUÍMICA FORAM SURPREENDIDOS com a não realização da esperada fusão
entre a Ipiranga e a Odebrecht em Triunfo, no Rio Grande do Sul, sabendo-se que a Copesul tem, agora, capacidade
instalada de 1.130 milhão de toneladas por ano de eteno.
• IBAMA OFERECE TECNOLOGIA QUE PERMITE AGREGAR RESTOS DE MADEIRA COM POLIETILENO PARA PRODUZIR TÁBUAS. Já
a Empresa Brasileira de Reciclagem (EBR), de Santos (SP), está desenvolvendo processos e oferecendo franquias
com o sentido de dissiminar uma técnica que permite a utilização do PVC, Polipropileno, Náilon
e plásticos de engenharia, desde que não sejam misturados, para fabricar um substituto de madeira.
• À MEDIDA QUE O TEMPO PASSA, OS PLÁSTICOS SE PROJETAM. Até o BNDES-Banco Nacional de Desenvolvimento
Econômico e Social, volta-se para estudos de viabilização de financiamentos e apóia
o projeto de exportação de nossos artefatos plásticos, abrindo finalmente o mercado externo
para uma infinidade de países em desenvolvimento.
• A VENEZUELA DESEJA AMPLIAR a cooperação com o Brasil, a fim de fornecer gás natural ao nordeste
através de dutos.
• O CONTROLE DA COPENE, “MAIS DIA MENOS DIA”, estará em mãos de grupos estrangeiros, entre eles:
Basf, Dow Química e Repsol, que estão em contato estreito com os grupos: Odebrecht, Mariani e Conepar.
• COPESUL (COMPANHIA PETROQUÍMICA DO SUL) inaugurou novas unidades, ampliando a produção de
eteno em 65%, passando a fabricar buteno-I e propano.
• PARTICIPAÇÃO ACIONÁRIA DO AGUARDADO PÓLO DO RIO - Petrobrás, 16,5%; BNDESPar,
16,5%; Suzano, 33%; Unipar, 33%. Contratos assinados, mãos à obra: ABB Lumus será responsável
pela construção e montagemdo Pólo Gás-Químico,considerado o maior investimento
do setor industrial do ano 2000, no Rio de Janeiro. Vale lembrar que o Pólo utilizará o gás
da bacia de Campos.
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