JORNAL DE PLÁSTICOS - MAIO DE 1999

A PREDOMINÂNCIA DOS PLÁSTICOS...
- Desde 1915 no mercado, a pomada Minâncora trocou a latinha, de 75 anos, pelos potes de polipropileno (pp) e polietileno (PE), em 1990. Motivo: o plástico é mais vantajoso em custos e tem suprimento assegurado.

- Após desfilar durante 89 anos em caixinhas de pinho, o queijo Catupiry adere ao PP, com a vantagem de ir ao microondas. A mudança de roupa, iniciada em outubro de 1998, já atinge 60% das embalagens de 410 gramas.

- Na embalagem de PP com rótulo de PVC, o tradicional Catupiry não perde peso (porque a umidade é preservada), e tem sua qualidade garantida pela barreira do plástico. Por isso, pode ser exportado ao Japão, Canadá e Estados Unidos.

- Já nas refeições em aeronaves, o Catupiry vai se apresentar, dentro de 60 a 80 dias, em saquinhos de PE, de 20 gramas, para consumo individual.

- O cimento também começa a aderir ao plástico: desde dezembro passado, a Cia. de Cimento Ribeirão Grande oferece o produto em embalagens de ráfia de PP, nos volumes de 25 e 50 quilos.

- O cimento em embalagem de ráfia: menos avarias no transporte, menor perda de material por incidência de umidade e o reuso da embalagem para armazenar entulhos da construção. (“Vetor Plástico”).

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