JORNAL DE PLÁSTICOS - MAIO DE 1999

EDITORIAL

BRASIL: DO INFERNO AO CÉU...
NOSSO PAÍS É, REALMENTE, algo “sui-generis”. Logo após a fatídica mudança em nossa política cambial, em meados de janeiro, o “mundo parecia que ia acabar” - volta da inflação, elevação, ainda maior, na taxa de juros, resultando em uma total descrença sobre nosso futuro...
DURANTE O MÊS DE FEVEREIRO, atingimos o clímax das preocupações e a inflação medida pelo IGP-M da Fundação Getúlio Vargas bateu perto dos 4%, fazendo - nos recordar tempos, não muito distantes, de altas generalizadas e descontrole dos preços.
DE REPENTE, COMO NUM “PASSE DE MÁGICA”, a situação começou a se reverter. A partir de março, o dólar passou a se situar em “comportada” faixa entre R$ 1,70 e R$ 1,75 e a curva inflacionária, também descendente, acaba de se tornar, agora em maio, negativa em -0,29%, o que não ocorria desde novembro passado.
PARA O GOVERNO, as “chamas do inferno” dos dois primeiros meses do ano vêm se transmutando, desde o final de março, para um “luminoso e brilhante céu”. De fato, aproveitando-se de vários índices econômicos, além dos acima citados, nossos dirigentes, numa “pirotecnia” deslavada, voltam a tentar fazer crer, de maneira presunçosa, que os problemas estão resolvidos ou a caminho de uma solução.
O QUE OS BUROCRATAS de plantão esquecem (ou não querem lembrar) é que uma das razões que tornaram a inflação de maio negativa foi o espantoso aprofundamento do ambiente recessivo, atestado pela maior taxa de desemprego de que se tem registro em nossa história. Ou seja, os preços caíram, também, porque não se está comprando!
NUMA COMPROVAÇÃO extrema dessa situação, os telejornais têm mostrado “frentes de trabalho” sendo constituídas, não no nordeste, mas, sim, na maior metrópole da América Latina - São Paulo!
NÃO QUEREMOS SER TOTALMENTE pessimistas. Temos consciência de que o Brasil é maior que as crises, ou que as pessoas que dirigem nossos destinos. É preciso, no entanto, que o governo desça de seu pedestal: não fique transitando na dicotomia “inferno”-”céu” e admita que temos necessidade de um projeto sério para enfrentarmos os profundos problemas de ordem estrutural do país agravados pela globalização e pelo neoliberalismo desenfreado.

 Depois de 5 anos de pesquisa,
planejamento e trabalho, para
a Ipiranga Petroquímica
agora é fácil dizer:
Duplicamos nossa Planta de Triunfo.
PP em maio. PEBDL em junho.
Suprir as necessidades dos clientes é o princípio que orienta as atividades da Ipiranga Petroquímica. Foi seguindo este compromisso que iniciamos as obras de expansão de nossa planta no pólo de Triunfo. Agora em conclusão, formamos um dos maiores e mais modernos complexos petroquímicos de segunda geração da América Latina, com uma capacidade instalada de produção de 650.000 t/ano. Diversificando nossa linha de resinas, estaremos atendendo os mercados do Brasil e exterior, não apenas com PEAD, mas também PEBDL e PP. E tudo isso com um só objetivo: dizer sim a todas as necessidades dos clientes, na maior facilidade.

IPIRANGA PETROQUÍMICA

Compromisso com a sua satisfação

 RIO PLAST
UM INCENTIVO AOS TRANSFORMADORES DE RESINAS PETROQUÍMICAS
A implantação das unidades de eteno e polietileno, a partir do gás natural extraído da Bacia de Campos, a ser conduzida pelas empresas RIOETENO e RIOPOLÍMEROS, amplia de forma considerável ointeresse dos investidores do segmento de ransformação de plásticos no território fluminense.
Com o propósito de incrementar a geração de emprego e de melhorar a renda da população, o Governo do Estado do Rio de Janeiro instituiu, no âmbito do FUNDES - Fundo de Desenvolvimento Econômico e Social, em 14.08.98, através do Decreto nº 24.584, o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Transformação de Resinas
Petroquímicas - RIOPLAST.
RIO DE JANEIRO - A MELHOR OPÇÃO PARA SEU NEGÓCIO
E-mail: codin@codin.rj.gov.br
Home page:
http://www.codin.rj.gov.br
Telefone: 55 21 240-3851 / 240-3588
Fax: 55 21 262-0001
Endereço: Av. Nilo Peçanha, 10º andar - Centro, 20020-1000
Rio de Janeiro, RJ - BRASIL

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