EDITORIAL
BRASIL: DO INFERNO AO CÉU...
NOSSO PAÍS É,
REALMENTE, algo sui-generis. Logo após a fatídica
mudança em nossa política cambial, em meados de
janeiro, o mundo parecia que ia acabar - volta da
inflação, elevação, ainda maior,
na taxa de juros, resultando em uma total descrença sobre
nosso futuro...
DURANTE O MÊS DE FEVEREIRO, atingimos o clímax das
preocupações e a inflação medida
pelo IGP-M da Fundação Getúlio Vargas bateu
perto dos 4%, fazendo - nos recordar tempos, não muito
distantes, de altas generalizadas e descontrole dos preços.
DE REPENTE, COMO NUM PASSE DE MÁGICA, a situação
começou a se reverter. A partir de março, o dólar
passou a se situar em comportada faixa entre R$ 1,70
e R$ 1,75 e a curva inflacionária, também descendente,
acaba de se tornar, agora em maio, negativa em -0,29%, o que
não ocorria desde novembro passado.
PARA O GOVERNO, as chamas do inferno dos dois primeiros
meses do ano vêm se transmutando, desde o final de março,
para um luminoso e brilhante céu. De fato,
aproveitando-se de vários índices econômicos,
além dos acima citados, nossos dirigentes, numa pirotecnia
deslavada, voltam a tentar fazer crer, de maneira presunçosa,
que os problemas estão resolvidos ou a caminho de uma
solução.
O QUE OS BUROCRATAS de plantão esquecem (ou não
querem lembrar) é que uma das razões que tornaram
a inflação de maio negativa foi o espantoso aprofundamento
do ambiente recessivo, atestado pela maior taxa de desemprego
de que se tem registro em nossa história. Ou seja, os
preços caíram, também, porque não
se está comprando!
NUMA COMPROVAÇÃO extrema dessa situação,
os telejornais têm mostrado frentes de trabalho
sendo constituídas, não no nordeste, mas, sim,
na maior metrópole da América Latina - São
Paulo!
NÃO QUEREMOS SER TOTALMENTE pessimistas. Temos consciência
de que o Brasil é maior que as crises, ou que as pessoas
que dirigem nossos destinos. É preciso, no entanto, que
o governo desça de seu pedestal: não fique transitando
na dicotomia inferno-céu e admita
que temos necessidade de um projeto sério para enfrentarmos
os profundos problemas de ordem estrutural do país agravados
pela globalização e pelo neoliberalismo desenfreado.
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Depois de
5 anos de pesquisa,
planejamento e trabalho, para
a Ipiranga Petroquímica
agora é fácil dizer:
Duplicamos nossa Planta de Triunfo.
PP em maio. PEBDL em junho.
Suprir as necessidades
dos clientes é o princípio que orienta as atividades
da Ipiranga Petroquímica. Foi seguindo este compromisso
que iniciamos as obras de expansão de nossa planta no
pólo de Triunfo. Agora em conclusão, formamos um
dos maiores e mais modernos complexos petroquímicos de
segunda geração da América Latina, com uma
capacidade instalada de produção de 650.000 t/ano.
Diversificando nossa linha de resinas, estaremos atendendo os
mercados do Brasil e exterior, não apenas com PEAD, mas
também PEBDL e PP. E tudo isso com um só objetivo:
dizer sim a todas as necessidades dos clientes, na maior facilidade.
IPIRANGA PETROQUÍMICA
Compromisso
com a sua satisfação
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RIO PLAST
UM INCENTIVO AOS
TRANSFORMADORES DE RESINAS PETROQUÍMICAS
A implantação
das unidades de eteno e polietileno, a partir do gás natural
extraído da Bacia de Campos, a ser conduzida pelas empresas
RIOETENO e RIOPOLÍMEROS, amplia de forma considerável
ointeresse dos investidores do segmento de ransformação
de plásticos no território fluminense.
Com o propósito de incrementar a geração
de emprego e de melhorar a renda da população,
o Governo do Estado do Rio de Janeiro instituiu, no âmbito
do FUNDES - Fundo de Desenvolvimento Econômico e Social,
em 14.08.98, através do Decreto nº 24.584, o Programa
de Desenvolvimento da Indústria de Transformação
de Resinas
Petroquímicas - RIOPLAST.
RIO DE JANEIRO
- A MELHOR OPÇÃO PARA SEU NEGÓCIO
E-mail: codin@codin.rj.gov.br
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Telefone: 55 21 240-3851 / 240-3588
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