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Novembro de 2005 |
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Receita líquida da PQU sobe 9,7% até setembroEmpresa lucra R$ 85,2 milhões no período A Petroquímica União acaba de fechar os primeiros nove meses do ano com lucro líquido acumulado de R$ 85,2 milhões, 35,6% abaixo dos R$ 132,1 milhões obtidos em igual período de 2004. Incluindo a reserva de reavaliação, o lucro totalizou R$ 92,2 milhões. Algumas variáveis de mercado contribuíram para a redução da margem de lucro no período. Segundo o diretor financeiro e de relações com os investidores da empresa, Fernando Raul Mieli, o resultado da PQU, de janeiro a setembro, foi influenciado pelo baixo desempenho do setor, em face da desaceleração da atividade econômica, notada na queda do ritmo de crescimento do consumo de termoplásticos. O executivo acrescenta que este cenário levou a margens reduzidas, devido ao alto custo da matéria-prima. Até setembro, a empresa apresentou faturamento bruto consolidado de R$ 2,917 bilhões e receita líquida de impostos de R$ 2,048 bilhões, respectivamente 8% e 9,7% acima dos R$ 2,700 bilhões e R$ 1,867 bilhão registrado nos primeiros nove meses do ano passado. O lucro bruto do período foi de R$ 191,9 milhões, enquanto o resultado operacional - antes das despesas financeiras e efeitos inflacionários - atingiu R$ 132,8 milhões. O desempenho de janeiro a setembro possibilitou alcançar Ebitda de R$ 193,9 milhões. Até setembro, os pagamentos aos acionistas totalizaram R$ 27,6 milhões de juros sobre o capital próprio (líquidos de impostos) e R$ 61,2 milhões de dividendos, correspondentes a apropriações de 2004. De janeiro a setembro, foram apropriados R$ 31,3 milhões a título de juros sobre o capital, relativos ao exercício de 2005. No final do terceiro trimestre, o endividamento bruto consolidado da companhia atingiu R$ 350,2 milhões. Quanto aos indicadores operacionais, nos primeiros nove meses do ano, a PQU comercializou um total 1,066 milhão de toneladas de produtos petroquímicos, 6,7% menos em relação a igual período do ano passado. Deste volume, foram vendidas 330,1 mil toneladas de eteno. A empresa também negociou um volume de 165,5 milhões de litros de gasolina A e 44,9 mil toneladas de GLP. Cabe registrar que o fator de utilização da planta - calculado com base no processamento das unidades de olefinas e de reforma catalítica - alcançou no período porcentual de 89%, tendo o fator operacional atingido 99,42%. Com relação aos investimentos, eles estiveram focados em manutenção imobilizada, totalizando R$ 52,8 milhões até setembro. Outro ponto que merece destaque é que a Petroquímica União (PQU) foi uma das vencedoras deste ano do Prêmio Nacional da Qualidade (PNQ), o mais importante reconhecimento à qualidade de gestão empresarial do país. Concedida, desde 1992, pela Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), a distinção confere às ganhadoras o “status” de empresa de classe mundial. Escolhida entre mais de 40 organizações candidatas ao prêmio, a PQU teve analisadas suas práticas de gestão relacionadas a questões fundamentais tais como liderança, estratégia, clientes, sociedade e pessoas, dentre outros, bem como os resultados alcançados pela organização. De acordo com o diretor-superintendente, Wilson Matsumoto, o prêmio é um novo marco na história da PQU, que adotou, em 2001, um novo modelo de gestão, denominado PQU+Você, segundo os critérios de excelência da FNQ, visando sua sustentabilidade em um mercado cada vez mais competitivo e exigente. |
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