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NOTAS SINTÉTICAS
UM ALUNO PERGUNTOU AO PROFESSOR DE ONDE VEM O PLÁSTICO.
Respondeu-lhe o mestre que era da Petrobrás que, segundo se sabe, vai investir US$ 32, 9 bi em 6 anos. Lamentavelmente,
apesar de seu elevado consumo em meio ao povo, poucos sabem que, em sua maioria, entre as matérias primas,
o extraordinário produto que tantos benefícios traz à humanidade, é originário
do gás denominado Nafta.
A PRODUÇÃO MUNDIAL DA BORRACHA NÃO SERÁ SUFICIENTE PARA ABASTECIMENTO DO CONSUMO
NO ANO 2000. Esta previsão é oriunda do Grupo Internacional do Estudo da Borracha, que admite que
o Brasil e a Guatemala irão aumentar a produção no corrente ano e no próximo, em comparação
ao de 1998.
OS PLÁSTICOS SE TORNARAM PRATICAMENTE ELEMENTOS BÁSICOS como recurso para o aperfeiçoamento
de inúmeras linhas industriais, notadamente a de embalagens para incontáveis fins, entre eles, como
acaba de ser divulgado, no segmento agrícola, as redes de espuma de polietileno e mantas produzidas com
essa matéria prima para embalagem de frutas comercializadas pela cearense Joonbo, que deverá dobrar
seu faturamento ainda este ano para R$ 3 milhões.
TECNÓLOGOS DA FAMOSA UNICAMP PROPORCIONAM MAIOR AVANÇO NO SETOR QUÍMICO, ao desenvolver
novo software na produção do náilon em companhia dos experientes colegas da tradicional Rhodia
que registra, entre seus feitos, a produção do acetato de celulose que abriu uma das suntuosas portas
da petroquímica.
PARECE INCRÍVEL QUE NÃO SE TENHA CONSCIÊNCIA DO VALOR DE NOSSA PETROQUÍMICA, tendo
em vista que nossos proeminentes líderes do setor estão matutando a respeito, sem encontrar solução,
apesar das reuniões que fazem para tratar do polêmico assunto: Valor do parque fabril dos plásticos
do Brasil.
RELEVANTE TEMA VEM SENDO TRATADO PELO CORREIO com o sentido de facilitar as exportações, elaborando-se,
para tanto, um programa para tornar mais lucrativas e ágeis as exportações realizadas por
pequenas e microempresas. Este assunto será discutido em seminário do Sindicato da Micro e Pequena
Indústria do estado de São Paulo (Simpi).
RESINA ABSORVENTE SERÁ PRODUZIDA NO BRASIL PELA BASF, primeira empresa neste tipo de operação
na América do Sul. Com uma produção de 70 mil toneladas anuais, o importante produto visa
a substituir as importações da indústria de fraldas e absorventes higiênicos.
O PÓLO PETROQUÍMICO DE TRIUNFO, NO RIO GRANDE DO SUL, a partir de janeiro do ano 2000, contará
com uma nova fábrica de estireno originária do grupo argentino Perez Copanc, denominada Innova S.A.,
que se propõe a produzir 180 mil toneladas dessa importante matéria prima petroquímica intermediária.
Vale a pena considerar-se que o Brasil, em 1998, importou 80 mil toneladas desse produto.
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