JORNAL DE PLÁSTICOS - ABRIL DE 2000

NOTAS SINTÉTICAS

A PETROBRÁS ESTÁ ANUNCIANDO NOVAS PROPOSTAS, tanto para o setor petroquímico nacional, em diferentes modos de participação do mesmo, como para o mercado latino americano, através de negociações feitas com o governo argentino.

PARA HAVER DESENVOLVIMENTO, É NECESSÁRIO CUIDAR DA INFRA-ESTRUTURA: atenta a isso, a Tigre S/A vai investir mais no setor de saneamento, tanto no Brasil como na América Latina, com o cuidado de pesquisar o estado em que se encontram as redes de esgotos em diversas localidades, uma vez que considera que a utilização de seus produtos de PVC é mais condizente do que a dos materiais utilizados até então.

BORRACHA NATURAL EXTRAÍDA DO GUAYULE PODERÁ SER PRODUZIDA NO RIO DE JANEIRO. Segundo pesquisas recentes, como esse tipo de borracha é de qualidade superior ao látex, seu cultivo trará benefícios tanto à agricultura, como ao setor industrial fluminense, com a conseqüente geração de empregos.

É COM MISTO DE ESPANTO E PESAR QUE soubemos do pedido de falência da tradicional e famosa indústria fluminense, a Idma Indústrias Plásticas, que não suportou a política econômica do governo, que possibilita a existência de juros altos, assim como a dificuldade de mão-de-obra qualificada. Com mais de 40 anos, a Idma subsitituiu as importações pela fabricação de laminados plásticos, chegando até ao mercado externo; também produz Linholene, filmes de PVC e korino.

O ANO 2000 COMEÇOU BEM PARA A ODEBRECHT, que obteve melhores resultados operacionais, principalmente nos setores químicos e petroquímicos, seguidos pelo de engenharia e construção. A empresa afirma que está entrando em nova fase nesses setores.

O MESMO NÃO SE PODE DIZER PARA A BAYER, uma das maiores indústrias químicas e petroquímicas do Brasil, que já registrou prejuízo esse ano, em comparação aos lucros do ano anterior.

A RHODIA-STER VAI INVESTIR AINDA MAIS NO NORDESTE, com a instalação, em Pernambuco, de uma nova fábrica de PET, utilizado em vasilhames de refrigerantes e óleos comestíveis, visando atender principalmente os mercados nordestino e nortista do país.

A NITRIFLEX S/A., AMPLIANDO SUA GAMA DE PRODUTOS, INVESTE EM EXPORTAÇÃO, através de parceria com países europeus, como a França, Alemanha e Itália. Para tanto, modernizou totalmente sua fábrica em Duque de Caxias (RJ), o que resultará em melhoria econômica para o estado.

“O SEGMENTO DE EMBALAGENS DO BRASIL PODERÁ SOFRER COM A CRISE ECONÔMICA”, foi a avaliação feita pelo presidente da Abre - Associação Brasileira de Embalagens, durante a abertura da Brasilpack, segunda edição da feira internacional de embalagens, ocorrida no final de abril, em São Paulo (SP).

SÓ O PROJETO DE INSTALAÇÃO DO PÓLO GÁS-QUÍMICO ja foi o suficiente para que empresas como a Petroflex, produtora de borracha sintética; a Polibrasil, fabricante de polipropileno; e a Nitriflex, com seus novos produtos para a indústria de PVC, anteciparem investimentos em suas fábricas na Baixada Fluminense. O Estado do Rio agradece!

A VITÓRIA QUÍMICA FECHOU PARCERIA COM A LÍDER DO SETOR AMERICANO, com o objetivo de ampliar seu espaço no mercado brasileiro de tintas anticorrosivas. Com 33 anos de atividade, a Vitória Química abrange três campos de ação: proteção anticorrosiva, construção civil e insumos p/indústria de matérias primas derivadas de carbo e petroquímicos.

NADA MAIS GRATIFICANTE do que o reencontro com um velho amigo, especialmente quando se trata de um “gentleman” como César Solari. Durante a Argenplas tivemos o prazer de estar com o ex-diretor da Poliolefinas (atual OPP), na Argentina, sua terra natal. Sempre muito atencioso, o Sr. Solari empresta, atualmente, o brilho de seus conhecimentos sobre polímeros para a Asociación Quimica Argentina e assessora uma importante publicação portenha sobre plásticos.

NEM O POLÍMERO RESISTIU ÀS GAFES COMEMORATIVAS PELOS 500 ANOS DO DESCOBRIMENTO! Tendo sido marcado seu lançamento oficial para 24 de abril de 2000, o dinheiro feito de material plástico também apresentou falhas em sua execução, pois a frase “Deus seja louvado” não ficou legível, o que poderia levar alguns “engraçadinhos” a plagiarem: “Deus, que não seja lavado!”

A Piramidal está com tudo em resinas termoplásticas para as mais variadas aplicações.


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