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ESTADO DO RIO QUER ATRAIR EMPRESAS
EM TORNO DO PÓLO GÁS QUÍMICO
Incentivar o desnvolvimento do setor de trasnformação
de plásticos e, em conseqüência, gerar empregos e novos negócios. Este é um dos
objetivos da Mercoplast’Rio 2000, exposição e encontro de negócios, que será promovida
pela secretaria de Energia, Indústria Naval e Petróleo (Seinpe), em parceria com o Sindicato da Indústria
Material Plástico do Rio de Janeiro (Simperj). O evento previsto para acontecer de 21 a 23 de novembro,
foi lançado durante um coquetel na sede da Seimpe, na cidade do Rio de Janeiro, dia 17/04.
Estiveram presentes fornecedores de matéria prima, fabricantes de máquinas e equipamentos além
de representantes de indústrias nacionais e internacionais. O evento contou com a presença de diplomatas
que irão divulgar em seus países as oportunidades de investimentos na produção de plásticos
que estão surgindo no Rio de Janeiro, com a implantação do Pólo Gás-Químico.
Segundo o secretário de Energia, Indústria Nval e Petróleo, Wagner Victer, atualmente, o setor
de transformação de plástico utiliza 300 mil toneladas por ano de matéria prima, em
740 empresas, gerando 18 mil empregos diretos e ocupando 40% da capacidade de produção instalada.
“A implantação do Pólo Gás Químico é uma grande oportunidades para a
recuperação do setor, que chegou a empregar 32 mil trabalhadores diretos em mais de mil empresas,”
afirmou Victer.
“A previsão de oferta de 515 mil toneladas anuais de polietileno é uma garantia de que o nosso estado
é um dos mais promissores do país,” disse o presidente do Simperj, Giberto Jaramillo. A expectativa
dos promotores do evento é a realização de um volume de negócios superior a 50 milhões
de dólares, no prazo de um ano. Para isso, será icentivada a criação de “joint ventures”,
objetivando a ampliação da capacidade isntalada e da produção, e também a modernização
do parque industrial.
“O evento servirá para identificar as oportunidades de negócios através de encontros entre
distribuidores de matéria prima e representantes de fornecedores de máquinas e equipamentos”, afirma
Luiz Fernando Gutman, superintendente de Petroquímica da Secretaria de Energia, Indústria Naval e
Petróleo e presidente do Conselho Regional de Química. Gutman lembra que os principais consumidores
desta matéria prima são as indústrias farmacêutica, automobilística, alimentícia
e construção civil, entre outras.”E um potencial gigantesco,” garante.
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