
| A RHODIA-STER INVESTIRÁ NA PRODUÇÃO
DE PET EM RECIFE (PE). A fábrica terá capacidade de fabricar 140 mil ton/ano, o que representará
um aumento de mais de 50% de sua produção nacional dessa resina. Além de gerar novos empregos,
caberá à Rhodia-Ster ampliar o abastecimento de água da região. HAVERÁ AUMENTO DOS PREÇOS DO PVC E DO PE, em função da variação do dólar. O PVC deverá aumentar entre 7% e 12%, enquanto o PE contará com uma variação menor, até 10% do valor atual. A AD-LÍDER EMBALAGENS (RJ) INVESTIU MAIS DE R$ 40 MIL EM PROTEÇÃO AMBIENTAL, através da Campanha Praia Limpa, que distribui sacos de lixo (entre 20 mil e 30 mil) e folhetos que visam conscientizar os frequentadores das praias em relação à preservação das áreas públicas. Iniciativas, como essa, deveriam ser sempre muito divulgadas, pois têm influência direta naquilo que esperamos construir como nosso futuro. O PÓLO GÁS-QUÍMICO (RJ) ESTÁ MOBILIZANDO TANTO O SETOR PLÁSTICO DO ESTADO que deverá entrar em atividade, em maio desse ano, o Nad - Núcleo de Apoio ao Design Plástico, com o intuito de atender à demanda de modernização das empresas, possibilitando a competição por esse novo mercado. O objetivo do Nad é realizar estudos sobre as empresas, com o objetivo de simplificar seu processo produtivo. O MERCADO BRASILEIRO ESTÁ ACORDANDO PARA O CONSUMO DE ESQUADRIAS DE PVC, o que está levando empresas como a Multiplast, Tigre e Medabil a ampliarem a produção desse material. O índice de consumo, nos EUA, dessas esquadrias é de 44% e, na Europa, de 50%; no Brasil, até então, apenas 1% das esquadrias são de PVC, devido a forte concorrência de outros materiais, como o alumínio, aço e madeira. Porém, ao que tudo indica, o setor de construção civil nacional está se abrindo para a utilização de novos materiais. |
OUTRA POSSÍVEL SUBSTITUIÇÃO DO
AÇO ESTÁ SENDO PROPOSTA PELA DOW CHEMICAL, através de vergalhões feitos de Fulcrum,
uma mistura de PU termoplástico com fibra de vidro. Nenhuma construtora ainda testou essa tecnologia, mas
a Dow garante que esse novo material, além de ser mais leve e flexível que o aço, tem a mesma
resistência à tração, com a vantagem de não ser atingido pela corrosão.
Resta a questão de custos, pois esse novo material é duas vezes mais caro que o aço. A RECICLAGEM DE PET CONTINUA SENDO MUITO PROMISSORA. A indústria têxtil tem utilizado, cada vez mais, fibras, fios e tecidos feitos de PET, principalmente em carpetes e forração de automóveis, mas agora também em vestuário, agasalhos e camisetas. Assim sendo, empresas como a Rhodia-Ster, Recipet, Padron, Ecofabril, entre outras, estão investindo muito, não só em reciclagem desse material, como em produção de peças já prontas. COUBE AO ESTADO DO RIO DE JANEIRO A LIDERANÇA NA PRODUÇÃO INDUSTRIAL no primeiro bimestre de 2001, graças , não somente a indústria petrolífera, mas também à de transformação, principalmente à química. EM CONTRAPARTIDA, A BAHIA CONTINUA EM ESTADO DE RETRAÇÃO ECONÔMICA, devido, principalmente, às questões ligadas ao leilão da Copene (Companhia Petroquímica do Nordeste), assim como às mudanças numa refinaria da Petrobrás, a Landulfo Alves. Entre os setores que apresentaram crescimento, está o de matérias plásticas; no entanto, entre os que apresentaram queda, estão o de química e borracha. A BIDIM, SINÔNIMO DE MANTA DE NÃOTECIDO NO BRASIL, está comemorando 30 anos de sua marca! Desde que foi comprada pelo grupo inglês BBA Nonwovens, há três anos, a Bidim vem ampliando seu mercado, atendendo a segmentos, como os de mantas asfálticas, geotêxteis, componentes para calçados, componentes automotivos, além dos tradicionais clientes de base para carpetes, seu primeiro produto. |
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Pois Não? |
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