ABRIL DE 2003
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NOTAS SINTÉTICAS • A DIXIE TOGA, FABRICANTE DE EMBALAGENS, fechou o ano de 2002 com lucro líquido superior a R$ 11 milhões. • A BRASTUBOS, FABRICANTE DE TUBOS DE AÇO E POLIETILENO, já finalizou o fornecimento de tubos de PEAD para a Termoelétrica de Pernambuco (PE) e também para a térmica Norte Fluminense (RJ), instalando, assim, mais de 350 toneladas de tubos neste mercado termoelétrico. Uma vantagem dos tubos de PEAD é sua maior flexibilidade em relação à adptação à topografia onde são instalados, podendo contornar aclives e declives com maior desempenho. • A PETROFLEX, FABRICANTE DE BORRACHA SINTÉTICA, obteve, nesse primeiro trimestre de 2003, um lucro líquido quase 10% superior ao obtido no trimestre anterior. Entre os fatores que contribuiram para essa melhora de seu desempenho encontra-se o aumento de mais de 15% das exportações nesses três primeiros meses do ano. A Petroflex produz mais de 320 mil ton/ano de elastômeros, tendo por clientes a Goodyear, Michelin, Firestone, entre outros e, hoje, situa-se entre os 15 maiores produtores mundiais de borracha sintética! • A GE PLASTICS DA AMÉRICA DO SUL, SEGMENTO DO GRUPO GE, também está otimista com relação ao ano de 2003, pois, sua expectativa de crescimento é de, no mínimo, 20%. Tal resultado é devido, tanto ao investimento de mais de US$ 5,5 milhões feito, há dois anos nas fábricas em Campinas (SP) e na Argentina, com o objetivo de aumentar suas capacidade de produção e aprimorar a tecnologia empregada, quanto aos efeitos político-econômicos do novo governo brasileiro, tendo em vista que o risco Brasil está caindo e que o valor do dólar vem oscilando menos. • SEGUNDO A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DO PLÁSTICO (Abiplast), o setor de embalagens é o que mais alavanca o mercado de produtos plásticos no Brasil. Em 2002, representou 40% do mercado, seguido pelo uso de plásticos na construção civil. O próprio programa Fome Zero do governo abre a possibilidade de aumentar o consumo de embalagens plásticas, pois, hoje em dia, quase todos os produtos são embalados em plástico. Há também o crescente interesse de empresas estrangeiras em importar as embalagens nacionais, uma vez que os preços são bastante competitivos. • A DEGUSSA BRASIL, IMPORTANTE INDÚSTRIA QUÍMICA, irá absorver a parte brasileira de uma das maiores fornecedoras de aditivos e desmoldantes para poliuretano (PU) mundiais, a Goldschmidt. O objetivo dessa interação é a possibilidade de crescimento de faturamento da empresa em torno de 20% a mais do que o obtido em 2002, permitindo que a Degussa Brasil amplie sua linha de desmoldantes, tanto na área do PU, quanto, também, na de borracha, compositos e fiberglass. • A SOLVAY INDUPA DO BRASIL RECEBERÁ INVESTIMENTOS de mais de US$ 40 milhões para a expansão de sua unidade localizada em Santo André (SP). Com isso, sua produção de PVC deverá chegar a 280 mil tons/ano e o MVC (monômero de cloreto de vinila), matéria prima do PVC, a 270 mil tons/ano. Entre os grandes clientes da Solvay Indupa do Brasil estão os produtores de tubos de PVC, a Tigre e Amanco. Cabe lembrar que a demanda do PVC aumentou bastante com seu amplo uso na construção civil. • SEGUNDO ESTUDOS REALIZADOS PELA ABIQUIM, Associação Brasileira da Indústria Química, o Brasil poderá ter um déficit de fornecimento de eteno até 2010, caso não haja um aumento considerável da produção da nafta, ou sejam encontradas alternativas de matérias-primas para a produção desse material. • A BRASKEM, EMPRESA FORMADA PELOS ATIVOS PETROQUÍMICOS da Odebrecht e da Mariani, é a segunda maior fonecedora mundial de Polietileno de Ultra Alto Peso Molecular (Utec), plástico de engenharia. Ela exporta principalmente para os EUA, mas pretende expandir-se para a Europa e Ásia. A Braskem produz 8 tipos de Utec, que são transformados em placas, fibras encontrando aplicações especiais como baterias de carros e telefones celulares, entre outros. • A RHODIA SILICONES, EMPRESA NACIONAL DO GRUPO RHODIA, resolveu nacionalizar a produção de silicone de selagem estrutural, utilizado na construção civil para colagem de vidros sem a necessidade de esquadrias metálicas. Esse produto até então era importado da fábrica da Rhodia francesa, mas a Rhodia Silicones acredita que venha obter agora um preço mais competitivo, passando a ser, portanto, mais consumido pelo mercado brasileiro. • A RECICLAGEM DE PET CONTINUA SENDO UM BOM INVESTIMENTO, uma vez que estão aumentando as aplicações do material reciclado. Primeiramente, as garrafas de PET recicladas serviam de matéria prima para vassouras e cordas; depois passaram a ser utilizadas como fibras no setor têxtil e na fabricação de embalagens. A mais recente aplicação do PET reciclado foi feita pela Basf, utilizando- o na fabricação de tintas, substituindo os derivados de petróleo. • TAMBÉM ATUANDO EM ÁREA DE RECICLAGEM DE EMBALAGENS estão as indústrias de agroquímicos, que deveráo investir mais de US$ 20 milhões, até 2006, no programa de recolhimento e reciclagem de embalagens vazias de agrotóxicos. Em 2002 foi criado o Instituto Nacional de Processamento de Embalagens com o objetivo de receber as embalagens dos produtos agrotóxicos, a fim de tentar evitar prejuízos ao meio ambiente, na medida em que resíduos desses produtos poderiam retornar aos campos ou atingir lençóis freáticos. |
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