Brasilplast 2005 bate recorde de público
e surpreendepelo número de visitantes estrangeiros
Além
de gerar negócios expressivos, a feira agradou os 1.254 expositores
pelo grande movimento de compradores estrangeiros, notadamente
de países latino-americanos - Lançada com total sucesso a
versão em espanhol do CBIP- Curso Básico Intensivo de Plásticos
A 10a Brasilplast
– Feira Internacional da Indústria do Plástico, realizada de
4 a 8 de abril, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, pela Alcantara
Machado Feiras de Negócios, superou a marca de 60 mil visitantes.
Foram 59.015 visitantes nacionais e 1.977 estrangeiros, de 58
países, contra 48 registrados na última edição.
Distribuída
por 76 mil metros quadrados, a feira reuniu 1.254 expositores,
de 30 países, dos quais 743 brasileiros, 121 norte-americanos,
111 alemães, 81 italianos, 25 argentinos, 24 suíços e 23 franceses.
Também fizeram parte da lista de países representados Japão,
Portugal, Áustria, Canadá, Coréia, Espanha, México, Reino Unido
e Taiwan, entre outros.
 O
estande do JORNAL DE PLÁSTICOS na Brasilplast 2005 recebeu a
visita de diversas personalidades do setor petroquímico/plástico
e, também, de compradores do CBIP, com versão em portugues
e em espanhol (lançada no evento)
A diversidade
de compradores estrangeiros, no entanto, foi o que mais surpreendeu
a todos. “No quesito contatos, a Brasilplast superou todas as
expectativas. Atendemos pessoas até da África, sem falar na
presença maciça de delegações de países da América Latina. Vendemos
nove máquinas e seis acessórios, que serão transformados em
outras 12 máquinas”, disse Maristela Simões de Miranda, presidente
da Maqplas e diretora Estratégica de Financiamentos da Abimaq
– Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos.
O estande
da Eastman registrou a visita de 1.200 pessoas. Além dos habituais
compradores da Argentina, Chile e Uruguai, a empresa recebeu
visitantes do Equador, Colômbia e Costa Rica. “Isso significa
que a Brasilplast está mais internacionalizada do que nunca.
Estamos muito satisfeitos com os resultados alcançados. Seis
empresas manifestaram interesse em testar as resinas da Eastman
e outras dez oportunidades deverão se concretizar a curto prazo”,
comemora Gabriel Crosta, gerente da área de Especialidades Plásticas.
Para os executivos
da Polietilenos a expectativa foi superada em relação ao número
de compradores internacionais da Ásia, dos EUA e também da América
Latina. “As vendas da empresa totalizaram U$S 13,5 milhões,
dos quais 70% provêm de exportação”, disse Domingos Jafelice,
diretor Comercial da empresa.
“O sucesso
de público estrangeiro na Brasilplast 2005 se deve à política
agressiva de divulgação da Alcantara Machado Feiras e Negócios
junto a mercados estratégicos e do apoio de entidades representativas
da indústria. Entre as ferramentas adotadas está a participação
da Alcantara nas mais importantes feiras do setor no mundo”,
diz Evaristo Nascimento, diretor Geral da Brasilplast 2005.
O presidente
da Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico,
Merheg Cachum, garante que a feira deu aos transformadores a
oportunidade de realinhamento com o mercado. “A Brasilplast
foi extremamente importante para o segmento de transformação,
cuja participação é mais institucional. Essas empresas reconquistaram
clientes e reafirmaram todo seu potencial”.
Já para a
Romi, o resultado da feira foi muito auspicioso, pois abriram
vários clientes novos e permitiram que o mercado conhecesse
melhor as novas máquinas totalmente elétricas, especialmente
o lançamento da Eletramax 100 e também uma nova proposta “in
mold labeling”. Tiveram, ainda, o lançamento da série Velox
H 800t e 1100t, e da série Primax R painel Controlmaster 8 até
1100t de fechamento e nova versão V3.0.
Um
dos maiores fabricantes de PET do mundo, a Voridian também comemora
os resultados. “Vamos encerrar o evento com a visita de 1.400
pessoas em nosso estande. A qualidade dos visitantes e o registro
de potenciais clientes da Colômbia e Venezuela, que até então
raramente visitavam nossa companhia, demonstra o quanto a Brasilplast
tem crescido”, diz Alfredo Netto, diretor comercial.
Segundo Alexandrino
Alencar, vice-presidente de Relações Institucionais da Braskem,
a Brasilplast, mais uma vez, demonstrou sua importância, não
só para o setor brasileiro, mas também internacional, ao reunir
inúmeras empresas que contribuem significativamente para o desenvolvimento
do país. “Participar dessa feira tem sido muito importante para
apresentar ao mercado produtos inovadores e também para estreitar
o relacionamento com os nossos clientes”.
Presença do JORNAL DE PLÁSTICOS
Podemos classificar
como plena de êxito nossa participação na Brasilplast: não apenas
em relação aos contatos estabelecidos com os expositores, mas,
também, com relação ao expressivo número de visitantes que estiveram
em nosso estande.
 Equipe
do JORNAL DE PLÁSTICOS durante a Brasilplast 2005: da
esquerda para a direita, empresário Teodoro Dias, Diretor
da Plassoft; recepcionistas, Srtas. Giane e Elisete Cândido e
o Diretor do JP, Engo. Ângelo Roberto S. Chagas
Destacamos
o impressionante número de interessados, provenientes do exterior,
em conhecer a versão em espanhol do CBIP - Curso Básico Intensivo
de Plásticos (lançamento na Brasilplast), que acorreram, como
dissemos acima, ao nosso estande, onde foi instalado um computador
para demonstração. Muitos adquiriram o curso na hora e,
outros, em busca de informações sobre como se inscreverem, elogiaram
nossa obra técnico educacional.
Financiamentos
Para dar
suporte às transações efetuadas durante a Brasilplast 2005,
duas instituições financeiras – Banco do Brasil e Bradesco –
estiveram à disposição para consultas sobre financiamentos.
Segundo Marcio
Carvalho Pessoa, Superintendente da Divisão de Pessoa Jurídica
de São Paulo do Banco do Brasil, o banco prestou mais de 100
atendimentos técnicos, a maioria para micro empresários e expositores.
“O que surpreendeu foi a receptividade dos expositores, que
encaminharam vários compradores para o BB. A parceria foi maior
do que esperávamos e ficamos surpresos com a diversidade de
origem dos compradores: brasileiros de diversos estados e muitos
estrangeiros, notadamente os latino-americanos”.
Já no Bradesco,
segundo informações, o último dia da feira superou todos os
outros em termos de movimento.
Rodada de Negócios
As rodadas
de negócios realizadas pelo Projeto Comprador, uma das ações
do Programa Export Plastic que conta com o apoio da APEX-Brasil
(Agência de Promoção de Exportações e Investimentos), receberam
27 importadores dos Estados Unidos, México e União Européia,
que estreitaram relações comerciais com mais de 60 empresas
brasileiras transformadoras de plástico associadas ao programa.
Números da Indústria do Plástico
Segundo dados
da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico),
em 2004 o faturamento da indústria de artefatos transformados
plásticos foi de US$ 13,17 bilhões, 40,95% superior ao faturamento
de 2003, de US$ 9,34 bilhões. A participação do setor no PIB
foi de 2,26%, uma das maiores dos últimos anos. O consumo aparente
(faturamento mais importações, menos exportações) foi de 4,27
milhões de toneladas, 11,07% superior ao de 2003. O consumo
per capita cresceu 8,55%. A indústria do plástico também criou
postos de trabalho, no ano passado. O número de empregados pulou
de 224.941, em 2003, para 236.626 em 2004.
As exportações
tiveram um aumento superior a 20%, tanto no valor como no volume
comercializado, e seu principal destino foram os países do Mercosul.
As importações também cresceram, reafirmando a demanda interna.
Em 2004, foram exportadas 248 mil toneladas, num total de US$
793 milhões, e em 2003, 200 mil toneladas e US$ 638 milhões.
As importações em 2004 foram de 300 mil toneladas, no valor
de US$ 1,04 bilhão, e, em, 2003 foram de 230 mil toneladas e
US$ 827 milhões.
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