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Abril de 2005 |
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Garrafas amassadas podem evitar acidentes com saneantesAs garrafas de PET, especialmente aquelas de 2 litros para refrigerantes, são as preferidas dos vendedores clandestinos de saneantes: são desinfetantes, água sanitária e a perigosa soda cáustica, entre outros. Além de transparentes, o que torna seu conteúdo atraente, são resistentes e possuem excelentes sistemas de fechamento. Acontece que este tipo de reaproveitamento é proibido e, mais grave, faz com que crianças confundam produtos altamente tóxicos com refrigerantes, levando a acidentes freqüentes de graves conseqüências. “Uma atitude bem simples pode ajudar a evitar esse problema, enquanto a fiscalização não consegue conter o comércio ilegal: amassar as garrafas. As embalagens de PET são facilmente comprimíveis, bastando pisar sobre as mesmas, ou amassá-las com as mãos, retampando com a embalagem ainda comprimida. Dessa forma a garrafa perde a característica estética que a torna tão utilizada pelos vendedores clandestinos de saneantes”,recomenda Hermes Contesini, Coordenador de Comunicação da ABIPET – Associação Brasileira das Indústrias do PET. A associação, que congrega os fabricantes da resina PET, fabricantes de embalagens de PET e os Recicladores das embalagens pós-consumo, atua dentro dos conceitos da Responsabilidade Social e Proteção Ambiental. Amassar as garrafas PET, um ato quase banal, mas nunca lembrado, leva a uma redução substancial - cerca de 80% - do volume da garrafa. Com isso, os catadores de material reciclável, que as vendem através de cooperativas, têm seu trabalho bastante facilitado. |
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