BRASILPACK 2006 AFIRMA-SE COMO IMPORTANTE GERADOR DE NEGÓCIOS PARA A INDÚSTRIA DE EMBALAGEM
O evento surpreendeu pelos bons resultados os 671 expositores - 477 nacionais e 194 estrangeiros, de 26 países -, reforçando o espírito de fomento das feiras de negócios
A BRASILPACK 2006, principal evento especializado na indústria de embalagens no Hemisfério Sul, sintetizou bem a tendência que vem ganhando força nas feiras de negócios – público qualificado e volume expressivo de vendas. Em sua 5ª edição, a feira promovida pela Alcantara Machado Feiras de Negócios recebeu a aprovação de parceiros e expositores, além dos 35 mil visitantes, dos quais 922 estrangeiros, de 39 países, que circularam pelo Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, entre os dias 24 e 28 de abril. “Tivemos visitantes de excelente qualidade. Gosto muito dessa feira, pois a Brasilpack é um evento organizado e sério, com foco no mercado”, avaliou Cornelis Henrique Borst, diretor da Selovac.
A qualificação do público, por sinal, foi um ponto comum nos depoimentos de inúmeros expositores. Para Ricardo Rezende, da área Comercial da Vemax, embora o fluxo de público nos corredores tenha sido menor, o volume de negócios realizados ou agendados aumentou. “Outro aspecto positivo foi a presença de compradores de diversas partes do Brasil”, destacou. O crescimento do número de visitantes da América Latina chamou a atenção de Juliano Criscuolo, gerente Comercial da Hudson-Sharp. “Recebemos muitas pessoas em busca de novas opções de produtos. O percentual de compra foi alto e fechamos dois negócios durante a feira, além das perspectivas de fechamento de outros a longo prazo”.
“O plano de divulgação da Brasilpack 2006 apresentava como uma das principais metas a busca de maior qualificação de público visitante/comprador. Além disso, o trabalho realizado pela Alcantara Machado Feiras de Negócios, em parceria com as entidades ligadas ao setor, refletiu de forma significativa na qualidade do público da feira, realmente muito interessado em fazer negócios e conhecer as características técnicas dos produtos apresentados”, conta Evaristo Nascimento, diretor da feira.
“O caminho percorrido pela Brasilpack ao integrar o Salão Embala Inovação e Tendências e a Flexo Latino América, novidades nesta edição, mostra que, cada vez mais, ela estará caracterizada como um evento voltado para toda a cadeia da indústria de embalagem, inclusive na área de máquinas e equipamentos”, disse Luiz Fernando Pereira, diretor da Greenfield, idealizadora do Salão Embala “O estande da Greenfield, por exemplo, recebeu muita gente que não estava expondo este ano, mas que ficou surpresa com o porte da feira. Não tenho dúvidas de que, em 2008, essa feira ocupará a totalidade do pavilhão”.
A opinião é compartilhada por Nelson Teruel, presidente da ABFLEXO/FTA BRASIL – Associação Brasileira de Flexografia. “O retorno que recebemos das 150 empresas expositoras da Flexo Latino América foi acima do esperado, especialmente das pequenas empresas, que se surpreenderam com as oportunidades de negócios iniciadas na Brasilpack. Também foram concretizados negócios pelos fabricantes de máquinas, caso da Feva, Comex e Flexotec”.
A Maqplas é outra empresa do setor de máquinas entusiasmada com os resultados. Para sua diretora, Maristela S. de Miranda, a qualidade de visitação foi excelente. “Recebemos compradores interessados em fechar negócios. Durante os cinco dias de feira, vendemos US$ 800 mil em máquinas e equipamentos e as perspectivas são de ampliar as vendas nos próximos meses”. Já para Antonio Carlos Fragoso, diretor financeiro da Origina GGS, a indústria flexográfica foi privilegiada com a realização do Flexo Latino América. “Para nós, a Brasilpack 2006 foi muito interessante. Os visitantes estavam focados e esta edição foi a melhor que já participamos”.
Empresas que expuseram pela primeira vez, como a Vibel Plast, CPN, Tesa e Dixie Toga, também avaliaram positivamente a sua participação. Segundo seus representantes, a feira foi uma grande oportunidade para divulgar produtos e consolidar a marca junto ao mercado de embalagem, graças à visibilidade que oferece. A mesma visão têm empresas que já estiveram em outras edições da Brasilpack, como Plastseven, Romi, Comexi e Primotécnica. “Fizemos muitos contatos com potenciais clientes, não só de São Paulo, mas de todo o Brasil. Pretendemos participar mais vezes, pois a Brasilpack 2006 nos proporcionou um bom retorno”, afirmou Márcio Reis, de Indústrias Romi.
A Brasilpack 2006 contou com a parceria da Messe Düsseldorf e das mais expressivas entidades brasileiras: ABIEA, ABIEF, ABFLEXO/FTA Brasil, ABIMAQ, ABIPLAST, ABIPET, ABPO, ABRE, ALIPLAST, Centro de Tecnologia da Embalagem e outras.
Expo-Linhas de Produção
Compostas por máquinas, equipamentos e insumos, as 11 expo-linhas de produção, sendo uma exclusiva para reciclagem, produziram durante a Brasilpack 2006 nada menos que 42 toneladas de material, entre plástico processado, cartão ondulado e papel. “As expo- linhas passam segurança ao comprador, que pode ver o equipamento funcionando. Em especial para aqueles usuários que compram embalagens e pretendem cortar custos, produzindo seus próprios invólucros. Realizamos um negócio durante a feira e engatilhamos mais dois”, comemorou Fernando Machado, gerente Comercial da Carnevalli.
Em 2006, o conceito das expo-linhas de produção repetiu o sucesso alcançado na edição de 2004. A coordenação técnica das linhas foi do Instituto Brasileiro de Embalagem (IBEM).
Presença do JORNAL DE PLÁSTICOS
Como acontece habitualmente em Feiras ligadas ao setor, o estande do JORNAL DE PLÁSTICOS foi muito visitado, principalmente, por pessoas interessadas em informações sobre o CBIP - Curso Básico Intensivo de Plásticos.
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Na foto do estande do JORNAL DE PLÁSTICOS, na Brasil Pack 2006, o Diretor Engo. Ângelo Roberto Sardinha Chagas e nossa colaboradora, no evento, Camila da Costa Zamith. |
Dessa vez, cumpre ressaltar que para os interessados futuros alunos de fora do Brasil, principalmente os de língua espanhola, temos uma ótima notícia: fechamos, durante a Brasilpack, uma parceria com Editorial Emma Fiorentino, que a partir da Argentina, representará e comercializará o CBIP para todo o mundo hispânico.
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