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EDITORIAL
CONSOLIDAÇÃO DA BRASKEM
PARA UMA PUBLICAÇÃO que há 46 anos
ininterruptos, editada mensalmente e sob a mesma direção, vem contando a história do setor
petroquímico/plástico nacional, o registro de fatos relevantes é por demais importante, pois,
confunde-se com a própria história e trajetória de nosso veículo.
PARA SE TER UMA IDÉIA, quando o JORNAL DE PLÁSTICOS foi lançado, em julho de 1956, a “indústria
petroquímica” era constituida de dois produtores de poliestireno, a fabricação de máquinas
para plásticos, no Brasil, também praticamente inexisitia, e o número de indústrias
de transformação plástica, em todo território nacional, não passava de 300 empresas!
POSTERIORMENTE, com a disseminação e o aumento da demanda pelos plásticos, (trabalho aliás,
em que o JORNAL DE PLÁSTICOS teve expressivo papel), já em meados da década de 60, surgiram,
em São Paulo, a Petroquímica União e o Pólo Petroquímico Paulista (empresas
de 2a. geração), embrião para o surgimento do modelo tripartite (estado + empresa nacional
+ empresa estrangeira), que desembocaria , já na década de 70, na Copene /Pólo Petroquíimico
da Bahia e Copesul / Pólo Petroquímico do Sul, ou seja: Central de Matérias Primas + Empresas
de 2a. geração.
NO COMEÇO DOS ANOS 90 foi iniciado o processo de privatização do setor petroquímico
que, em verdade, só agora, em 16/08, concretizou-se totalmente com o início oficial das atividades
da Braskem.
NESSE DIA, a assembléia de acionistas da Copene aprovou a operação que fez desaparecer além
da própria Copene, OPP, Trikem, Proppet e Nitrocarbono, congregadas, agora, em uma única empresa
- Braskem - controlada pelos grupos Odebrecht e Mariani.
FINALMENTE, SEGUNDO INFORMAM, em seu site, “a Braskem trabalha comprometida com o crescimento de toda a cadeia
petroquímica, em conjunto com seus clientes - os transformadores de produtos plásticos (a terceira
geração petroquímica) - no desenvolvimento de produtos e na busca de novos mercados e oportunidades
de negócios. Gerida de acordo com os princípios da boa governança corporativa, a empresa mantém
política de prestação de contas, transparência para com o mercado de capitais e eqüidade
no tratamento aos acionistas.”
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