Agosto de 2004



NOTAS SINTÉTICAS

COM O OBJETIVO DE MELHORAR CADA VEZ MAIS seus produtos, a Braskem montou, em 2002, o Centro de Tecnologia e Inovação, em Triunfo (RS) e, para ampliar ainda mais o setor de pesquisa, no final de 2003, contando com a parceria da Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), montou um centro petroquímico de pesquisas e desenvolvimento, em Canoas (RS), o primeiro da América Latina. Com isso, a Braskem já conseguiu patentear mais de 100 processos e produtos a nível nacional.

 O ANO DE 2004 ESTÁ BASTANTE FAVORÁVEL À UNIPAR, pois foi registrado lucro líquido, no primeiro semestre, de mais de US$ 82 milhões, ou seja, mais de 60% em relação ao mesmo período no ano anterior. A divisão química e as empresas controladoras integrais (União terminais, Unipar Comercial e Polietilenos União) fecharam o 1º semestre com um resultado de mais de R$ 40 milhões.

TAMBÉM A ULTRAPAR OBTEVE LUCRO NO 2º TRIMESTRE deste ano, mais de R$ 100 milhões. Tal resultado, formado por negócios químicos, GLP e logística, contou com o auxílio dos ativos da Shell Gás, adquiridos no 2º semestre de 2003.

JÁ A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DO PLÁSTICO (Abiplast) não está tão otimista quanto às projeções feitas para o ano de 2004. Segundo a mesma, deverá haver um aumento de produção do setor em torno de 7%, mas ele ainda não está totalmente refeito da queda que sofreu no ano passado. As perspectivas de aumento de matérias-primas, e da alta do petróleo, repercutem no setor de transformação de plásticos de forma negativa, pois o mesmo não pode repassá-los para os consumidores. Porém, as indústrias ligadas à exportação deverão obter melhores resultados.

NO ENTANTO, A IPIRANGA PETROQUÍMICA, empresa da Cia. Petróleo Ipiranga, estima que haverá um aumento de mais de 10% para o setor de transformação de plásticos. Mais otimista, a Ipiranga Química inaugurou em Guarulhos (SP), no final do 1º semestre, seu novo Centro de Distribuição - que demandou um investimento de mais de R$ 40 milhões - que ainda este ano deverá começar a ser ampliado.

SEGUNDO A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA IND. DE EMBALAGENS FLEXÍVEIS (Abief), os preços das embalagens deverão ficar mais altos cerca de 15%, devido ao  aumento similar que as resinas termoplásticas obtiveram. O setor indica não haver mais possibilidade de absorver qualquer tipo de aumento. Sendo assim, a produção de embalagens apresentou uma queda de mais de 4% no primeiro semestre de 2004 em relação ao mesmo período no ano anterior.

A RHODIA FRANCESA (HPCII – Home, Personal Care & Industrial Ingredients) deverá investir cerca de US$ 1 milhão na fábrica de Santo André (SP) para a produção de matérias-primas para produtos de limpeza, ingredientes químicos industriais e cuidados pessoais. Uma boa parte desse investimento será destinado ao lançamento e desenvolvimento de misturas para a formulação de xampus.

A PETROFLEX, PRODUTORA DE BORRCHA SINTÉTICA, irá investir na ampliação de sua unidade de Cabo de Santo Agostinho (PE). Ela espera que sua produção atinja mais de 145 mil tons/ano. Outro projeto dessa empresa é de instalar um unidade no exterior até 2007.

AINDA SOBRE A PETROFLEX:  A EMPRESA REGISTROU UM LUCRO líquido,  no segundo trimestre de 2004, mais de 400% maior do que o obtido no mesmo período no ano anterior, atingindo mais de R$ 19 milhões. Tal resultado é o reflexo do aumento de vendas, principalmente, no mercado interno.

A SUZANO PETROQUÍMICA ESTÁ PREPARANDO UMA oferta pública de ações para o varejo e para grandes investidores. Com isso, ela está planejando reposicionar-se no mercado de capitais, tal como foi feito com a Suzano papel e Celulose. Para tanto, contratou uma corretora com o objetivo de aumentar o volume de negócios e garantir sua liquidez.

HIMACO PRODUZIU no II salão Gaúcho de Responsabilidade Social 3.000 jogos de pratos com talheres para doar a instituições apoiadas pela Fundação Semear. Nesta edição do Salão, a Himaco esteve injetando um conjunto de prato com garfo e colher de plástico. Foram 3.000 conjuntos nos três dias da feira. Para tornar o projeto realidade a Himaco contou com as parcerias da Plastar, que forneceu o molde para a injeção dos pratos com talheres; da Polibrasil, que doou a matéria-prima utiliza da injeção (polipropileno) e da Polimaster, que fez a doação do pigmento para colorir os produtos injetados.



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