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Agosto de 2005 |
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EDITORIAL Economia descolada da políticaNOSSOS PREZADOS LEITORES, certamente, têm acompanhado o“imbroglio” em que se meteu o Governo como conseqüência das revelações de atitudes que membros do partido que está no poder andaram aprontando. ENTRETANTO, NUMA demonstração de que o País amadureceu, a economia não tem sofrido grandes abalos. PROVA DISSO são os dados sobre a atividade econômica, durante o mês de agosto, que apontaram para uma recuperação em relação a julho. A VENDA DE AUTOMÓVEIS, por exemplo, elevou-se em 5,8%, e, se efetuarmos a comparação com agosto de 2004, chegaremos a quase 9% a mais. OUTRO DADO BASTANTE sigificativo foi o acréscimo de aproximadamente 7%, em relação a julho de 2005, na importação de bens de capital, ou seja, de máquinas e equipamentos. QUANTO AO SETOR DE PLÁSTICOS, especificamente, os reajustes de preços das matérias primas em agosto e previstos para setembro, certamente não são muito animadores. No entanto, se levarmos em conta a opinião de renomados economistas (inclusive da própria Fiesp) de que nosso crescimento é realmente sustentável, vamos torcer para que a taxa básica de juros inicie um processo descendente, “arregaçar as mangas” e pensar de maneira positiva com relação ao futuro. N.R.: Aproveitamos esse espaço para agradecer as manifestações que recebemos por parte de nosso leitores, com relação à Capa de nossa edição de julho/2005, em que reeditamos a de julho/1956, como forma de comemorarmos a passagem do 49° aniversário do JORNAL DE PLÁSTICOS. Para homenagear a todos os que entraram em contato com a redação do JP, transcrevemos a mensagem do empresário Antônio Guarino de Souza, Diretor da Ind. de Plásticos Zarzur: “Amigos Ataliba
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