10.728 toneladas de embalagens vazias de agrotóxicos
processadas entre janeiro e julho de 2005
Entre
janeiro e julho de 2005, já foram recicladas ou incineradas
10.728 toneladas de embalagens vazias de defensivos agrícolas,
número 21% maior do que o alcançado no mesmo período do ano
anterior.
Nos
primeiros sete meses de 2005 foram recicladas 9.470 toneladas
de embalagens vazias de agrotóxicos e outras 1.258 toneladas
foram incineradas. O total de 10.728 toneladas processadas pelo
sistema de destinação final até dia 30 de junho indica um crescimento
de 21% em relação ao mesmo período de 2004, quando foram registradas
(entre janeiro e julho) 8.875 toneladas. Apenas em julho foram
devolvidas, em todo o país, 1.557 toneladas de embalagens.
Estado que
mais destina embalagens vazias de agrotóxicos, o Paraná encaminhou
para destino final, até julho de 2005, 2.356 toneladas (13,7%
a mais do que no mesmo período de 2004, quando foram processadas
2.073 ton). Os agricultores do Mato Grosso, segundo Estado em
devolução de embalagens, destinaram 2.231 toneladas de embalagens
(14% a mais que o volume registrado no ano anterior: 1.961 ton).
Em São Paulo, o volume dos recipientes entregues pelos produtores
rurais soma 1.543 toneladas (5,4% a mais se comparado com o
mesmo período de 2004).
Alguns Estados
merecem destaque ao apresentar altos índices de crescimento
quando comparado o volume de embalagens devolvidas e destinadas
nos primeiros sete meses de 2005 e de 2004. Maranhão, o primeiro
Estado em crescimento, destinou 79,6% a mais de embalagens entre
janeiro e julho de 2005 (passou de 57 (em 2004) para as atuais
103 toneladas). Os gaúchos foram responsáveis pelo segundo maior
crescimento nos índices de devolução com 57,2% a mais de embalagens
recicladas ou incineradas (passou de 642 para 1.010 toneladas).
Em seguida está o Mato Grosso do Sul, que nos primeiros sete
meses de 2005 destinou 53% a mais de embalagens (passou de 406
(em 2004) para 621 toneladas) e Pernambuco apresentou evolução
de 49% (de 57 para 85 ton).
Nos últimos
12 meses (junho de 2004 a julho de 2005), 15.787 toneladas de
embalagens já tiveram o correto destino final. As embalagens
recebidas podem ter dois destinos finais: reciclagem ou incineração.
Atualmente existem 16 artefatos produzidos através do material
destas embalagens, como conduíte, cordas, embalagem para óleo
lubrificante, madeira plástica, barricas de papelão, economizadores
de concreto entre outros.
O programa
de destinação final de embalagens vazias de defensivos agrícolas
é gerido pelo inpEV, Instituto Nacional de Processamento de
Embalagens Vazias, entidade sem fins lucrativos que representa
a indústria fabricante de produtos fitossanitários em sua responsabilidade
de conferir correta destinação final às embalagens vazias dos
agroquímicos aplicados na agricultura. O Instituto atende às
determinações da Lei Federal 9.974 de junho de 2000.
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