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NOTAS SINTÉTICAS
• A POLIBRASIL DEVERÁ INVESTIR MAIS DE US$ 150
MILHÕES na construção de uma nova fábrica de polipropileno, pois, acredita que a demanda
nacional está crescendo (até 2001 houve um aumento de produção de mais de 40% desse
produto), e o mercado deverá absorver mais 200 mil tons/ano, pelo menos. O município de Mauá
(SP) está sendo avaliado como primeira opção de localização dessa nova unidade,
sabendo-se que mais de 50% do mercado consumidor encontram-se nessa região.
• A POLIBRASIL TAMBÉM DEVERÁ INVESTIR MAIS DE US$ 10 MILHÕES expandindo a capacidade de produção
de polipropileno de sua unidade em Duque de Caxias (RJ) para 300 mil tons/ano.
• A EMPRESA ALEMÃ BAYER PRETENDE INVESTIR MAIS NO MERCADO BRASILEIRO em 2003, não através
de compra de empresas nacionais, mas ampliando e inaugurando linhas de produção nas áreas
de saúde, polímeros, química, entre outras.
• TAMBÉM COM PLANOS DE AMPLIAÇÃO DE PRODUÇÃO, A PQU (Petroquímica União)
deverá aumentar sua capacidade de eteno em 200 mil tons./ano. O orçamento para esse investimento
ainda não foi concluído, mas acredita-se que poderá chegar a mais de US$ 125 milhões.
• O INSTITUTO DE PESQUISAS ENERGÉTICAS E NUCLEARES (Ipen) de São Paulo (SP) tem obtido bons resultados
com sua adaptação da tecnologia de reticulação de polímeros, (que envolve a
irradiação de PE ou PVC feita com feixes de elétrons), que proprocionará mais reistência
térmica, elétrica e mecânica até a solventes orgânicos. A reticulação
vem sendo aplicada em materiais plásticos usados em isolamentos de fios nas indústrias automobilísticas
e de computação entre outras.
• A PETROFLEX, PRODUTORA DE BORRACHA SINTÉTICA, PRETENDE, a partir de 2003, abrir dois escritórios
no exterior (um na Europa e outro na Ásia, provavelmente) a fim de facilitar a venda de seus produtos nessas
localidade. Com isso, a Petroflex pretende ampliar a exportação de seus derivados de borracha sintética
fornecidos à indústria de calçados e a automobilística, além de poderem ser
usados como isolantes térmicos e acústicos.
• OS PREÇOS DA BORRACHA NATURAL NACIONAL CRESCERAM DE VALOR, desde que o governo deixou de pagar subsídios
ao setor, o que animou os produtores do estado de São Paulo a plantarem mais seringueiras, apesar de seu
ciclo de cultura ser um pouco demorado (uma seringueira pode levar até sete anos para produzir o látex).
• JÁ EM ITAOCARA, NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, está sendo feito o cultivo do arbusto Guayule, originário
de México, cuja seiva é extraída da raiz e dos galhos, ao contrário das serigueiras
brasileiras. Segundo as pesquisas de novos tipos de utilização do látex que estão sendo
realizadas, com essa plantação poderá haver a produção de um tipo especial de
borracha antialérgica, que será utilizada pela indústria farmacêutica e cirúrgica,
ampliando o mercado nacional.
• A DIXIE-TOGA, IMPORTANTE FABRICANTE DE EMBALAGENS , estabeleceu uma parceria com a finlandesa Huhtamaki para
implantar a primeira fábrica nacional de laminados compostos de polietileno com alúminio utilizados
para a confecção de tubos de creme dental. Essa nova unidade deverá localizar-se na região
Nordeste.
• A MULTIBRÁS DA AMAZÔNIA, indústria do segmento de transformação de plásticos,
está prevendo um crescimento de mais 10% para o ano de 2003. Ela possui atualmente mais de 50% de participação
no mercado da Zona Franca de Manaus e foi a primeira indústria do Amazonas a obter o certificado Asa 8000
(Social Accountability 8000) voltado para a gestão social.
• A UNIPAC, DIVISÃO DO GRUPO JACTO, DO RAMO AGRÍCOLA, de transportes e meio ambiente, anunciou ter
realizado uma parceria com a Induscar/Caio, do grupo Ruas, do ramo de transporte de passageiros, para o fornecimento
de assentos de plásticos soprados para ônibus urbanos. A previsão é que se produza mais
de 8 mil assentos, transformando mais de 35 mil tons/mês de resinas termoplásticas. O molde dos assentos
foi desenvolvido pela Unipac e a Induscar/Caio participou com o investimento de cerca de R$ 100 mil.
• O SETOR DE EMBALAGENS ESTÁ OTIMISTA EM RELAÇÃO AO PRÓXIMO ANO. Ele estima que haja
um aumento de vendas em torno de 10% devido ao reajuste dos preços e aos avanços tecnológicos
que proporcionam maior valor unitário aos seus produtos.
• SEGUNDO PESQUISAS EFETUADAS PELA ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas
e Equipamentos), a produtividade da mão-de-obra da indústria de máquinas e equipamentos representa
cerca de 35% da obtida em países como os Estados Unidos. Isso se torna um problema ainda mais grave quando
se pensa na possibilidade da participação do Brasil na Alca, onde a concorrência dos produtos
nacionais com os produtos oriundos de países mais desenvolvidos parece já estar fadada a ser perdida
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