DEZEMBRO DE 2003

 


EDITORIAL

2004 com o “pé direito”...

2003 ACABOU (“GRAÇAS A DEUS!”).É  hora de se fazer o balanço e começar a pensar no ano que está se iniciando.

        SEM CAIR NO LUGAR COMUM, não há como negar que o “crescimento” do PIB, próximo a zero, em 2003, não é um número muito animador; principalmente se for levada em conta a necessidade que o País tem em relação à geração de empregos.

        ENTRETANTO, AO SE COMPARAR a verdadeira catástrofe   que parecia iminente quando assumiu, há exato um ano, o Presidente Lula, temos, na verdade, motivos de sobra para ficarmos otimistas.

        APENAS ALGUNS EXEMPLOS: a taxa de juros baixou 9 pontos pontos percentuais; o dólar, que chegou a beirar o estratrosférico valor de R$ 4,00, hoje está abaixo dos R$ 2,90; o chamado “risco Brasil”,  que ameaçava sair do controle, está, hoje, em níveis tão baixos como não ocorria há anos.

        QUANTO AO NOSSO SETOR, assim se pronunciou recentemente, o Pres. do Siresp, José Ricardo Roriz Coelho, durante o  8º Encontro Anual da Indústria Química: “a produção de resinas termoplásticas em 2003 foi superior a 4,1 milhões de toneladas, um crescimento de 5% em relação a 2002. No entanto, as vendas ao mercado interno devem ter declinado 4,5% no ano”.

        PARA OS TRANSFORMADORES, especialmente, as coisas não andaram boas, mas há uma grande vontade de se superararem os problemas, como destacou Merheg Cachum, durante o XX Encontro Nacional do Plástico (ver reportagem nas págs. 3, 5 e 7), em 04/12/03, quando não havia, ainda, números definitivos sobre o comportante do setor plástico:

        “NÃO IMPORTA SE TIVEMOS um ano difícil, se  nossos problemas deste ano foram maiores do que os do ano passado, se o dinheiro andou muito curto e muito caro demais, se faltaram crédito, investimentos, se as indústrias da cadeia do plástico andaram meio de lado e se, a duras penas, estamos rezando para atingirmos, neste ano, os mesmos níveis de produção do ano de 2002. Não importa se o crescimento do PIB ficou em ZERO vírgula 4 por cento, se a recessão está rondando nossa economia, se os tributos estão cada vez maiores e mais escorchantes, se a concorrência desleal dos informais está aumentando, como está aumentando o desemprego. Nós devemos ir em frente, parar um pouco para recuperar forças e partir para iniciarmos o novo ano com entusiasmo e disposição para enfrentar todos esses problemas.”

        ESTAMOS TOTALMENTE DE ACORDO. Agora, com a “casa arrumada” é hora de se arregaçar as mangas e partir para enfrentar o 2004 com a cabeça erguida!

        UM FELIZ ANO NOVO PARA TODOS NÓS!


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