DEZEMBRO DE 2003


APEX-Brasil e Instituto Nacional do Plástico investem
R$ 5,2 milhões para aumentar as exportações do setor

Os presidentes da Agência de Promoção de Exportações (APEX-Brasil), Juan Quirós, e do Instituto Nacional do Plástico (INP), Merheg Cachum, assinaram, dia 15/12, convênio de cooperação que beneficiará pequenas e médias empresas de artefatos de plástico (peças técnicas e industriais, embalagens e bens de consumo). Com investimentos de R$ 5,2 milhões, os  fabricantes do setor pretendem aumentar o número de empresas exportadoras, diversificar os itens vendidos no mercado internacional e favorecer o aperfeiçoamento tecnológico de seus produtos para satisfazer a demanda externa.



Da esquerda p/ direita: Raul Antonio de Paula e  Silva – Diretor Adjunto do Direx  – Deptº de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Fiesp; Juan Quirós – Presidente da Apex-Brasil; Horácio Lafer Piva – Presidente da Fiesp; Merheg Cachum - Presidente do Inp e da Abiplast; Guilherme Duque Estrada – Presidente da Abiquim.

        O novo projeto deve impulsionar o aumento das exportações para os Estados Unidos, México, Inglaterra, França e Alemanha, inserindo 100 novas empresas exportadoras nos próximos dois anos. Com isso, cresce também a oferta de empregos. A meta estabelecida no acordo é que em 2004 sejam abertas 170 novas vagas no setor e, em 2005, outros 345 novos postos de trabalho. Para isso, APEX e INP irão investir R$ 5,2 milhões, o que levará a um aumento gradual das exportações.

        Este ano o setor vendeu no mercado internacional U$ 500 milhões. Com o projeto a meta é chegar a U$ 519 milhões em 2004 e U$ 538 milhões em 2005.

        “A APEX vem apoiando, de maneira inovadora e moderna, setores importantes da economia brasileira com alto valor agregado mas que ainda não possuem grande participação na pauta de exportações brasileira. O Brasil é hoje o 8º produtor mundial neste setor e com possibilidades de aumentar sua participação no mercado internacional. Por isso, trabalhamos para incorporar todos os fabricantes no esforço de abordar novos mercados, consolidar e aumentar a nossa presença lá fora e contribuir para as metas do Governo de ampliar a oferta de emprego e renda”, analisa Juan Quirós, presidente da APEX.

        “Os empresários precisam ter em mente que a exportação é um compromisso de longo prazo, que implica em credibilidade, e, não apenas, um recurso alternativo para ser utilizado nos momentos de crise e, depois, abandonado em detrimento do reaquecimento da demanda interna”, completa Merheg Cachum, presidente da Abiplast e do INP.

        No balanço do ano, até a primeira quinzena de novembro, a APEX realizou 325 eventos internacionais, sendo 244 feiras internacionais, 7 missões coordenadas pela Agência e 31 missões empresariais setoriais, além de 43 projetos compradores e vendedores. Mais de 7.500 empresas participam desses eventos, gerando negócios da ordem de U$ 354 milhões e proporcionando a criação de 91.828 empregos no Brasil. Os negócios futuros previstos chegam a U$ 1,8 bilhão.

Maiores informações: Assessoria da APEX-Brasil:
Ana Claudia Barbosa
(61) 426-0202 – ana@apexbrasil.com.br ou
Assessoria da Abiplast/INP:
Mecânica de Comunicação (11) 3259-6688/1719
Enio Campoi / Teresa Silva.

 

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