Dezembro de 2004

 


EDITORIAL

Encontros de confraternização

         JÁ SE TORNARAM tradicionais as reuniões promovidas, no final de ano, pelas entidades dirigentes do setor plástico nacional.

        ALIÁS, POR FALAR EM ENCONTROS do setor plástico, é bom que se deixe registrado que o JORNAL DE PLÁSTICOS foi o pioneiro desses eventos, ainda na década de 60.

        NAQUELA ÉPOCA, o Diretor-Fundador do JP,  jornalista Ataliba Belleza Chagas criou e promoveu encontros (no início, mensais) que se estenderam pelos anos 70, denominados AMIP - Almoço da Indústria Plástica, eventos de que, certamente, os mais veteranos hão de se lembrar.

        SEMPRE À FRENTE NO TEMPO com suas iniciativas, o JORNAL DE PLÁSTICOS colocava, lado a lado, concorrentes, por vezes ferrenhos, que se confraternizavam, algo que não acontecia nem nas reuniões da classe.

        POR ESSE MOTIVO, ao comparecermos ao recente XXI Encontro Nacional do Plástico em São Paulo (ver matéria na pág. 3) e ao Jantar de Confraternização do Simperj, no Rio de Janeiro (nota na pág. 14) vêem-nos à mente aqueles eventos do passado.

        DEMONSTRAÇÃO VIVA de que, mais do que nunca, transparece o desejo, atualmente, da colaboração entre os setores petroquímico, máquinas e equipamentos e transformadores foram as palavras do Presidente da Abiplast, Merheg Cachum, dentro de seu pronunciamento por ocasião do XXI Encontro Nacional do Plástico:

        “EMBORA O CENÁRIO ECONÔMICO interno se apresente com algumas restrições, como o aumento dos juros, a ABIPLAST percebe o empenho das diversas empresas da cadeia produtiva do plástico em integrar-se cada vez mais para articular soluções que possam beneficiar suas atividades e apoiar a expansão econômica do País.”

        SÃO DECLARAÇÕES como esta que vêm confirmar e concretizar as palavras do jornalista Ataliba Belleza Chagas, que costumava referir-se aos antigos AMIPs como aos encontros da "família plástica do Brasil”.  


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