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Dezembro de 2004 |
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NOTAS SINTÉTICAS• A PETROBRAS DEVERÁ AUMENTAR A PRODUÇÃO DE PETRÓLEO e de gás em 2005. Para tanto, deverá investir cerca de US$ 4 bilhões, sendo que mais de 70% serão destinados à construção de gasodutos. A empresa espera chegar em 2007 com mais de 4.000 quilômetros de novos gasodutos que irão compor uma rede básica de transporte de gás natural interligada aos centros de produção em Campos (RJ) e Santos (SP). • A FÁBRICA CARIOCA DE CATALISADORES (FCC), joint venture entre a Petrobras e a Albemarle (USA), está investindo mais de US$ 20 milhões para aumentar sua capacidade de produção para 45 mil ton/ano de catalisadores e de aditivos para o refino do petróleo. Com a implantação da FCC, a indústria nacional passou a ter tecnologia de ponta no craqueamento catalítico. A FCC começou a funcionar em 1990 em Santa Cruz (RJ). • A INDÚSTRIA DE EMBALAGENS PLÁSTICAS ESTÁ OTIMISTA: os que fabricam sacos utilizados em supermercados estão apostando em um maior número de vendas em janeiro, já que os estoques do varejo estão baixos. Segundo a Associação Brasileira de Embalagens (Abre), o Brasil é hoje um país exportador de embalagens e vem aumentando, cada vez mais, sua participação no cenário internacional. • A IMPLASUL, FABRICANTE DE PLÁSTICOS, localizada em Pato Branco (PR), está projetando, para 2005, um faturamento na ordem de R$ 80 milhões, ou seja, 25% superior ao obtido em 2004. A empresa lançará, no próximo ano, novas embalagens voltadas para o setor alimentício, utilizando o polipropileno para substituir o vidro e o alumínio em produtos como maionese, etc. • A COMPANHIA PETROQUÍMICA DO SUL (COPESUL) registrou, nos 9 primeiros meses de 2004, um lucro líquido de mais de R$ 430 milhões, ou seja, valor quase 200% maior do que o obtido no ano anterior. Sendo assim, este resultado aponta para que este ano seja um dos melhores de sua história. Faz parte, também, de estudos da empresa, o aumento da importação da nafta, em 2005, para 60%, devido às melhores condições de compra e de rentabilidade; os outros 40% restantes dessa matéria-prima deverão ser adquiridos da Petrobras. • A RHODIA-STER, CONTROLADA PELO GRUPO ITALIANO Mossi & Ghisolfi (M&G), aliada à Petrobras, deverá construir um complexo industrial em Cabo de Santo Agostinho (PE), chamado “pólo de poliéster”. Ele inclui uma unidade de produção de PET, além dos projetos da M&G sobre a produção de PTA (ácido teraftálico purificado) e paraxileno, matérias-primas utilizadas nas cadeias de fibra sintética de poliéster e de PET. • A RHODIA, EMPRESA QUÍMICA FRANCESA, comemorou 85 anos de estabelecimento no Brasil com sua fábrica em Santo André (SP). A comemoração também deveu-se à melhoria do faturamento da empresa, que apresentou um volume de vendas 20% superior ao do ano anterior. Segundo informações, o ano de 2004 foi excelente tanto em relação ao mercado interno, quanto às exportações, uma vez que a Rhodia exportou para 48 países a partir do Brasil. • A POLIBRASL, IMPORTANTE FABRICANTE DE RESINAS TERMOPLÁSTICAS, está investindo cerca de US$ 4 milhões no transporte a granel da resina de PP para seus clientes no Nordeste. A empresa oferece silos, em regime de comodato e, em contrapartida, tem exclusividade no fornecimento dessa resina durante 5 anos. Esse transporte a granel elimina os custos com embalagens e outras despesas. • A POLITENO PREVÊ QUE, EM 2005, DEVERÁ atingir sua capacidade total de produção de polietileno. Isso irá representar uma produção de 360 mil tons. de resina, o que projeta uma receita em torno de R$ 1,5 bilhão. • A AMANCO, FABRICANTE DE TUBOS, CONEXÕES e materiais sanitários, investiu mais de R$ 15 milhões numa nova linha de produção de tubos de polipropileno para estruturas de água quente, que garante menor custo e maior durabilidade do que o cobre. Com tecnologia própria, a empresa espera conquistar 70% do mercado dos produtos de cobre. • PESQUISADORES JAPONESES DESENVOLVERAM um projeto para fazer borracha a partir de uma substância extraída de cogumelos comestíveis, em especial do shitake. Porém, os custos com a produção são muito elevados, uma vez que para produzir 1 quilo de borracha são necessários 10 quilos de cogumelo. • O PESQUISADOR MALAIO KHOO HAI HING afirmou ter desenvolvido uma fórmula denominada “ruptura fototérmica”, que transforma lixo plástico em combustível. Em seu laboratório (localizado em sua casa), ele transformou 1 quilo de lixo plástico em 1,2 litros de um hidrocarboneto muito similar à gasolina. • NA AUSTRÁLIA, A PROFESSORA da Universidade de New South Wales, Veena Sahajwalla está desenvolvendo um projeto para substituir o carvão ou coque, utilizado nas siderúrgicas, por lixo plástico. O objetivo de tal pesquisa é a melhora do meio ambiente, uma vez que o lixo plástico, ao invés de poluir a atmosfera em sua queima, pode substituir o carvão na cofecção do aço. • OS MATERIAIS RECICLÁVEIS ESTÃO SENDO, cada vez mais, utilizados nas decorações de Natal no Estado do Rio de Janeiro. Municípios como Nova Friburgo, Vassouras e Três Rios utilizaram garrafas de PET, embalagens Longa Vida e retalhos para a construção de várias árvores de Natal e de seus enfeites. Esses projetos de produção de decoração com recicláveis, além de trazer melhoria da qualidade ambiental, possibilitou a criação de novos empregos. |
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