Dezembro de 2004

 


Abiplast realiza XXI Encontro Nacional do Plástico

        O XXI Encontro Nacional do Plástico, organizado e promovido anualmente pela Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), reuniu, no dia 10 de dezembro, na Mansão Buffet França, em São Paulo, empresários, clientes e fornecedores dos mais diversos setores da indústria do plástico. Durante o jantar de confraternização, que recebeu mais de 250 convidados, os presidentes da Abiquim, Abimaq e Abiplast prestaram homenagem aos profissionais que se destacaram em 2004 nos segmentos de resinas, máquinas e equipamentos e de transformação de material plástico, com o troféu “Dílson Funaro”.

        Os premiados foram: Jaime Paulo Antonio Sartori, Diretor Superintendente da Politeno, segmento de resinas; Enrico Miotto, Diretor Presidente da Ind. Maqs. Miotto e Equiptos. Inds. Xaloy, segmento máquinas & equipamentos e Samuel Wajsbrot, Sócio-Diretor da Cromex Brancolor, segmento transformadores de plástico.


Merheg Cachum, Presidente da Abiplast e Samuel Wajsbrot,
Sócio Diretor da Cromex - homenageado do segmento transformadores. 


Newton de Mello, Presidente da Abimaq (à esquerda na foto)
entrega o troféu para Enrico Miotto, Diretor Presidente da Miotto e Xaloy,
o homenageado do segmento máquinas & equipamentos. 


José Ricardo Roriz Coelho, Presidente do Siresp, entrega o troféu para
Jaime Paulo Antonio Sartori, Diretor Superintendente da Politeno,
homenageado do segmento resinas. 

        O presidente da Abiplast, Merheg Cachum, também entregou o prêmio “Personalidade do Ano” in memorian a Ronald Caputo, diretor superintendente da entidade, que foi recebido pelo seu filho, Paulo Sérgio Caputo.

Pronunciamento do Pres. da Abiplast

        Antes do início do jantar, o Pres.da Abiplast, Merheg Cachum, proferiu as seguintes palavras, transcritas a seguir:

        “A Abiplast tem a alegria e o prazer de receber os representantes e amigos do setor plástico para a tradicional festa de confraternização e homenagem aos profissionais que se destacaram em 2004 nos segmentos de resinas, máquinas e equipamentos e de transformação de plástico, com a entrega do “Troféu Dílson Funaro”.

        Estas homenagens têm um significado muito grande para nós, pois sabemos das grandes dificuldades que o empresariado brasileiro vive já há alguns anos, resultante de uma política econômica desestimuladora,  que privilegia setores improdutivos em detrimento daqueles que produzem, geram empregos, trabalham arduamente cada vez mais e nem sempre são reconhecidos e recompensados proporcionalmente ao seu esforço e risco.

        Este ano de 2004 não foi muito diferente dos últimos 4 anos. Vislumbramos uma série de dificuldades nos primeiros meses, com os aumentos sucessivos dos preços das resinas, refletidos ao longo dos meses subseqüentes, que se somaram à limitada oferta de crédito e à pesada carga tributária que onera a cadeia produtiva nacional. Mas mesmo assim, o setor  plástico tem bons resultados a comemorar com o crescimento da produção nacional de transformados de plástico refletida no faturamento apurado deste ano de R$ 31 bilhões, 8% maior que o do ano passado, que foi de R$ 28,6 bilhões.

        Não posso deixar de ressaltar o empenho que estamos tendo no programa Export Plastic, que completa um ano em 15 de dezembro próximo. Hoje, estamos comemorando a adesão da centésima participante do projeto. O Export Plastic estimula as empresas a participarem de eventos internacionais para aumentar sua rede de contatos e facilitar futuros negócios. Nesse um ano de atuação, já foram fechados diversos contratos que deverão gerar, nos próximos 6 a 12 meses, exportações da ordem de US$ 5 milhões.

        É por isso que a Abiplast acredita no potencial desse projeto que aumenta a visibilidade do produto plástico nacional no exterior, resultando em aumento da produção e criação de novos postos de trabalho.

        Embora o cenário econômico interno se apresente com algumas restrições, como o aumento dos juros, a Abiplast percebe o empenho das diversas empresas da cadeia produtiva do plástico em integrar-se cada vez mais para articular soluções que possam beneficiar suas atividades e apoiar a expansão econômica do País.

        Os indicadores econômicos, revelados nas últimas semanas, propiciam um sopro de otimismo para os próximos meses. Seriam os indícios de uma economia sustentável como tanto almejamos? O tempo nos dirá. Casao se confirme, os transformadores de plástico, estimulados, darão sua pronta resposta através de expressivos investimentos, desenvolvimento tecnológico, conquista de novos mercados - notadamente no exterior - e duplicação do emprego, sem esquecer sua responsabilidade social e ambiental.

        Reitero que estou com um olhar otimista para 2005 e confio que a situação deverá ser melhor para todo o Brasil.

        Feliz Natal e próspero 2005!

        O nosso próximo encontro, em 2005, já foi agendado para 09 de dezembro (sexta-feira). Anotem esta data.”


Na foto, pouco antes do jantar de confraternização do
XXI Encontro Nacional do Plástico, vêem-se, da esquerda para a direita, os Srs.:
Valdir Kará da Fonseca, Gerente de Projetos do INP-Instituto Nacional do Plástico;
Engo Ângelo Roberto Sardinha Chagas, Diretor do JORNAL DE PLÁSTICOS
e a Profa Yara de Abreu Longo Najmann. 


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