FEVEREIRO DE 2002

EDITORIAL
ESPERANÇAS RENOVADAS

ESTAMOS REDIGINDO esse editorial exatamente no último dia do mês de fevereiro, quando foram divulgados números sobre o desempenho de nossa economia, em 2001, dando conta, p.ex., de que o PIB cresceu apenas 1,5%.

POR OUTRO LADO, nos Estados Unidos, a Moody’s Investors Service elevava sua análise sobre o Brasil (como perspectiva para investimentos), de “estável” para “positiva”, dando um novo “gás” com relação às expectativas para 2002.

ALÉM DA ANÁLISE americana sobre a viabilidade de nossa economia temos que levar em conta que, para 2002, não teremos o racionamento de energia, o “fator” Argentina, já está mais que comprovado, não vem causando maiores impactos aqui no Brasil e, no plano mundial, dificilmente, irão se repetir ataques como o de 11 de setembro - e a própria economia americana vem dando sinais de reaquecimento

NÃO BASTASSE ISSO, nós, aqui no JORNAL DE PLÁSTICOS, dispomos de um “Data JP” particular, que consideramos um termômetro: as seções que disponibilizamos ao mercado, tanto na Internet, qunto no JORNAL DE PLÁSTICOS, através das quais empresários contatam-nos para se informar sobre compra/venda de matérias primas e máquinas e equipamentos usados.

POIS BEM, os números dos dois primeiros meses do ano são impressionantes e animadores: em janeiro/2002 (mês tradicionalmente considerado “fraco”), 85 empresários, de todo o Brasil nos procuraram e, em fevereiro, com carnaval no meio do mês e apenas dezesseis dias úteis - 63 contatos!

EM ANO DE ELEIÇÕES, entretanto, em que todo o cuidado é pouco, para que as esperanças se materializem não apenas em movimentos pendulares, está mais do que na hora que nossos dirigentes (principalmente os que forem eleitos) tenham em mente um modelo viável para um crescimento a médio e longo prazo.

ACONSELHAMOS aos interessados nesse assunto a lerem, na pág. 7 dessa edição, o artigo “Novos Rumos Para A Ecomia Brasileira”, escrito pelo economista Sydney Latini, nosso colaborador, que, em mais de meio século de plena atividade foi, entre outras coisas, nada mais nada menos que o responsável pela implantação da indústria automotiva nacional através de sua militância como secretário executivo do GEIA - Grupo Executivo da Indústria Automobilística, no Governo JK.


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