FEVEREIRO DE 2002


NOTAS SINTÉTICAS

• A DEMANDA POR TUBOS DE POLIETILENO, NO MERCADO NACIONAL levou a Brastubos, cuja sede encontra-se em São Paulo (SP), a dividir sua diretoria industrial em dois setores: a habitual, responsável pela produção de tubos de aço, e uma outra, responsável pela produção de tubos de plásticos. O aumento da procura de tubos de polietileno coube ao setor de saneamento básico, que deseja substituir os antigos tubos de aço pelos de plástico, uma vez que esse material apresenta muito mais vantagens em sua utilização.

• A PETROQUÍMICA UNIÃO (PQU) PRETENDE EXPANDIR SUA CAPACIDADE de produção de eteno para 630 mil ton/ano, utilizando, como matéria prima, gás residual de uma refinaria da Petrobrás, investindo, para tanto, cerca de US$ 100 milhões, principalmente para a implantação de mais de 100 quilômetros de dutos entre Santo André (SP) e São José, no Vale do Paraíba.

• O BRASIL E SEU VIZINHO, A BOLÍVIA, estão avaliando a possibilidade de instalação de um pólo gás-químico na própria Bolívia ou na fronteira entre esses dois países. Para isso, foi criada uma comissão que avaliará as condições de instalação e viabilidade de tal projeto que poderá vir a requisitar um investimento da ordem de US$ 1 milhão. A princípio, a proposta do governo brasileiro é a de que a Petrobrás e a Odebrecht fiquem encarregadas da construção da planta industrial do pólo.

• COM O OBJETIVO DE SE TORNAR MAIS ÁGIL, A AMERICANA DUPONT está se reestruturando, através da criação de seis novas divisões. Entre elas, a divisão têxtil, que reúne as áreas do nylon, lycra e poliéster, foi a primeira a se destacar, com a nova subsidiária, a DuPont Textiles & Interiors. Em termos de investimentos no Brasil, a DuPont deverá inaugurar, ainda nesse primeiro semestre, uma nova fábrica de lycra em Paulínia (SP).

• A COPENE, COMPANHIA PETROQUÍMICA DO NORDESTE, deverá parar suas atividades durante mais de 40 dias, a partir de março, com o objetivo realizar a manutenção de seus equipamentos e de se preparar para a ampliação de sua capacidade de produção do eteno para chegar o mais perto possível da demanda do Pólo de Camaçari (BA), que é de 1,3 milhões ton/ano.

• A TIGRE E A AMANCO, AMBAS FABRICANTES DE TUBOS E CONEXÕES DE PVC, resolveram realizar uma parceria com o Banco do Brasil a fim de financiar seus produtos para agricultores que precisem de rede de irrigação. Uma vez que o setor agrícola é um dos que mais têm capacidade de realizar exportações no Brasil, essas empresas acreditam que a demanda por seus produtos irá crescer cada vez mais.

• UM DOS OBJETIVOS ATUAIS DO GRUPO ODEBRECHT É SE CONCENTRAR nas áreas de petroquímica, química e engenharia, deixando o setor de exploração e produção de gás e óleo. Portanto, revendeu as ações de sua subsidiária Odebrecht Óleo & Gás para a britânica Enterprise Oil do Brasil.

• A PETROFLEX, FABRICANTE NACIONAL DE BORRACHA SINTÉTICA, fechou o ano de 2001 com sucesso: apresentou um lucro líquido de mais de R$ 10 milhões, pela primeira vez, desde 1995, saindo do “vermelho”. Cabe lembrar que 70% da produção dessa empresa são destinadas ao mercado nacional e que os 30% restantes são exportados.

• A INDÚSTRIA QUÍMICA ELEKEIROZ OBTEVE LUCRO NO ANO PASSADO: apesar dos últimos meses do ano não terem sido tão positivos para a empresa, no total houve aumento de seu lucro em mais de 8% em relação ao ano de 2000.

• TAMBÉM COM OBJETIVO DE AUMENTAR AS VENDAS EM 2002, a multinacional Clariant, líder do segmento de corantes sulfurosos, deverá investir em suas unidades, principalmente em Suzano (SP), em torno de US$ 20 milhões. Um dos produtos mais vendidos no Brasil é o corante preto, muito utilizado pelos fabricantes de roupas.

• O MERCADO “FASHION” CONTINUA REQUISITANDO AS SANDÁLIAS DE PLÁSTICO! No ano de 2001 houve um aumento nas vendas das sandálias Melissa em torno de 40% e esse mesmo consumo é esperado para 2002. Hoje em dia existem vários modelos de sandálias, além da tradicional trançada, tendo havido modernização no maquinário e na matéria prima utilizada.

• NOVA DATA PARA A ARGENPLAS 2002. Devido aos sérios problemas econômico/políticos na Argentina, os organizadores da Feira portenha resolveram adiar sua realização do início de abril para os dias 18 a 23 de novembro/2002.


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