Sistema de destinação final encerra 2004
com 14.824 toneladas de embalagens devolvidas
O
sistema de destinação final registra, em 2004, crescimento de
88,7%. De janeiro a dezembro de 2004 foram devolvidas 14.824
toneladas de embalagens vazias contra 7.855 em 2003.
Sistema de
destinação final de embalagens vazias de defensivos agrícolas
apresentou crescimento de 88,7% na devolução de embalagens em
relação ao ano anterior. Em 2004, 14.824 toneladas de embalagens
vazias foram devolvidas, ou seja, mais de 60% do que é colocado
no mercado anualmente. Em dezembro foram devolvidas 1.114,8
toneladas.
Responsáveis
pelos maiores índices de recolhimento do País, os Estados do
Paraná, Mato Grosso, São Paulo e Minas Gerais representam 69,4%
do total devolvido durante o ano. Os agricultores do Paraná
devolveram 3.482 toneladas de embalagens, número que representa
23,5% do recolhido no País., Mato Grosso atingiu a marca de
3.055 toneladas, ou seja, 20,6% do índice nacional, São Paulo
destinou 2.472 toneladas, o que significa 16,7% do total recolhido,
e Minas Gerais em quarto lugar, com 1.281 toneladas, que expressam
8,6% do total do País.
Segundo João
Cesar Rando, diretor-presidente do inpEV, o aumento nos índices
de recolhimento se deve à mobilização de todos os elos envolvidos
na questão (agricultor, canais de distribuição, indústria e
poder público), além do crescimento da malha de recepção de
embalagens. Para se ter uma idéia, o Paraná aumentou seus índices
de devolução de embalagens em 73,1% (passou de 2.012 ton. em
2003 para 3.482 toneladas no final de 2004), Mato Grosso expressou
crescimento de 91,2% (passou de 1.598 para 3.055 toneladas)
e São Paulo recolheu 86,3% a mais, se comparado com o mesmo
período de 2004 (passou de 1.327 para 2.472 toneladas de embalagens
devolvidas).
Merecem destaque
os Estados de Mato Grosso, Bahia e Paraná, que recolheram, respectivamente,
98,9%, 97,7% e 96,8% das embalagens dos produtos que foram comercializados
em 2004.
O programa
de destinação final de embalagens vazias de defensivos agrícolas
é gerido pelo inpEV, Instituto Nacional de Processamento de
Embalagens Vazias, entidade sem fins lucrativos que representa
a indústria fabricante de produtos fitossanitários em sua responsabilidade
de conferir correta destinação final às embalagens vazias dos
agroquímicos aplicados na agricultura. O instituto atende às
determinações da Lei Federal 9.974/00.
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