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Fevereiro de 2005 |
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Resultado da PQU é recorde históricoGanhos chegam a R$ 186,5 milhões A Petroquímica União (PQU) acaba de fechar o balanço de 2004 apresentando lucro líquido de R$ 186,5 milhões, 150,9% acima dos R$ 74,3 milhões obtidos em igual período de 2003, melhor resultado da história da companhia. A empresa obteve um faturamento bruto de R$ 3,8 bilhões e receita líquida de impostos de R$ 2,7 bilhões, respectivamente 28,4% e 25,7% acima dos R$ 2,9 bilhões e R$ 2,1 bilhões registrados no ano de 2003. Este bom comportamento empresarial, possibilitou um Ebitda de R$ 348,7 milhões, 104,9,% acima dos R$170,1 milhões apurados no ano anterior. O total de pagamentos feitos aos acionistas no exercício totalizou 74,6 milhões, correspondente a R$ 32 milhões de juros sobre o capital próprio (líquido de impostos) e R$ 42,6 milhões de dividendos. O lucro por ação foi de R$ 1,86, 151% mais em relação a R$ 0,74 obtido em 2003, enquanto que a rentabilidade sobre o patrimônio líquido ficou em 30,7%, contra 14,4%. No final do exercício, a dívida líquida da companhia situava-se em R$ 219,8 milhões, ou seja 3,5% menos em relação aos R$ 227,9 milhões de 2003. Operacionalmente, a PQU também apresentou uma boa performance em 2004, batendo recordes na produção e vendas de etileno, benzeno, butadieno, isobuteno e de resinas de petróleo. Foi comercializado um total de 1,5 milhão de toneladas de produtos petroquímicos. Deste total, foram vendidas 477,9 mil toneladas de etileno, volume 5,1% maior em relação a 2003. A empresa também comercializou um volume de 220,9 milhões de litros de gasolina A e 59,4 mil toneladas de GLP. Cabe registrar que o fator operacional da Unidade de Pirólise da Nafta - principal unidade produtiva - alcançou o porcentual de 99,3%, considerado similar às mais eficientes do mundo. Com relação aos investimentos, eles estiveram focados em manutenção imobilizada e na modernização da planta, totalizando R$ 63 milhões, contra 49 milhões em 2003. O diretor financeiro e de relações com os investidores da empresa, Fernando Raul Mieli, atribui o bom desempenho financeiro e operacional de 2004 à elevação da cotação, no mercado internacional, de diversos produtos químicos derivados do petróleo, o que teve reflexo nos preços internos e no maior preço médio de venda dos produtos. De acordo com o executivo, o resultado da PQU foi influenciado pela continuidade do processo de retomada da atividade econômica, cujos efeitos são notados no aumento da capacidade instalada das indústrias e na boa performance das exportações. “As empresas do setor petroquímico tiveram grande impulso em 2004, por conta da recuperação da economia mundial e, apesar da alta de preços das matérias-primas, conseguiram recuperar a margem de lucro, com perspectivas de continuidade. As expectativas da PQU para 2005 são de crescimento da demanda interna e de retomada de investimentos na área produtiva, pois diversos setores da indústria estão produzindo em níveis próximos aos da capacidade instalada e devem manter resultados positivos nas transações externas. |
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