NOTAS SINTÉTICAS
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2006 DEVERÁ SER UM BOM ANO PARA OS FABRICANTES DE PVC (policloreto de vinila), pois está sendo esperado um crescimento de mais de 5% da demanda por essa resina. Tal percentual está muito ligado ao crescimento do setor de construção civil, sendo que mais de 60% da produção de PVC é destinada ao mesmo. Os fabricantes de PVC também estão esperando que o governo federal reveja os ítens beneficiados com isenção de IPI para o setor de construção civil, uma vez que os tubos plásticos entraram nesse pacote, mas as conexões de PVC ainda não.
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OS PREÇOS DA BORRACHA NATURAL SUPERARAM A MARCA DE US$2,00/kg, o que reflete problemas de produção, principalmente na Tailândia, além da valorização do petróleo também ter colaborado com esse aumento, pois a borracha natural é concorrente dos produtos sintéticos derivados do mesmo. O Brasil, hoje, importa quase 70% de borracha para seu consumo, sendo que já foi grande exportador desse produto.
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APESAR DE TER OBTIDO UM LUCRO 10% MENOR EM 2005, a Petroflex, maior produtora de elastômeros (borracha sintética) da América Latina, lucrou quase R$ 88 milhões. Tal resultado deveu-se tanto à retração do mercado interno (mais de 14%), como ao aumento de gastos operacionais para as exportações. Por outro lado, ampliou-se o segmento de látex, direcionado a asfaltos (devido aos maiores investimentos em reconstrução de estradas), adesivos e selantes e as exportações cresceram mais de 12%, impulsionadas por produtos especiais.
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O INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS (IPT) está desenvolvendo um projeto de criação de combustíveis sintéticos a partir da cana-de-açúcar, elevando a produção de álcool, sem aumentar o plantio do mesmo e sem poluir o meio ambiente. Até o momento, a pesquisa do IPT está concentrada na produção dos chamados gases de síntese (monóxido de carbono e hidrogênio), que servirão de matéria-prima para a obtenção de combustíveis como gasolina, óleo diesel, etanol, metanol, através de reações químicas.
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O GOVERNO FEDERAL TAMBÉM ESTÁ INVESTINDO muito em pesquisas para desenvolver a produção para que o biodiesel ganhe o mercado internacional, uma vez que o Brasil é o primeiro produtor e consumidor mundial do biocombustível. Porém, a União Européia também está correndo com pesquisas para tentar quadruplicar o consumo do biocombustível como alternativa para a redução de gastos com petróleo e a dependência energética européia.
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SEGUNDO DADOS DA ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química, em 2005 houve um recuo de mais de 1% na produção de químicos de uso industrial. Tal queda deveu-se ao enfraquecimento do mercado interno, principalmente durante o 2º trimestre, notadamente os grupos dos elastômeros, plastificantes e intermediários para plastificantes. No entanto, as exportações de produtos químicos cresceram mais de 25% em relação a 2004.
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A IMPORTANTE COMPANHIA ALEMÃ BASF está interessada em adquirir a divisão de químicos para construção da também alemã Degussa. Esta empresa possui produtos químicos que são facilitadores na produção de cimento industrial e já declarou que só deverá negociar com a Basf.
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A SUZANO PETROQUÍMICA E A PETROBRAS assinaram um contrato de compra e venda de propeno grau polímero. A Petrobras deverá fornecer 30 mil tons/ano a partir de sua unidade separadora de propeno, localizada em Madre de Deus (BA), para a Suzano Petroquímica, fabricante de resinas termoplásticas, para ampliação da produção de polipropileno de sua fábrica em Duque de Caxias (RJ). O transporte do propeno será realizado através dos terminais marítimos entre Madre de Deus e Rio de Janeiro.
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A METALÚRGICA BARRA DO PIRAÍ (MBP), fábrica de produtos plásticos, irá construir uma nova fábrica no Parque Industrial da Bayer em Belford Roxo, Baixada Fluminense (RJ). Tal obra demandará mais de R$ 4 milhões e processará a matéria-prima produzida pela Rio Polímeros (RioPol), tendo capacidade de transformar cerca de 1,5 mil tons/mês de PEAD.
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O PÓLO GÁS-QUÍMICO DO RIO DE JANEIRO deverá gerar 30 mil empregos com a implantação de novas indústrias atraídas pelos incentivos fiscais oferecidos pelo governo do estado. Cabe lembrar que a Rio Polímeros (RioPol), núcleo de atração do pólo termoplástico, localizado em Duque de Caxias (RJ), é a pioneira do Brasil a utilizar o gás como matéria-prima e a funcionar de forma integrada, juntando a primeira e segunda gerações da cadeia petroquímica (eteno e polietileno) na mesma planta.
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A COPESUL, PETROQUÍMICA DO PÓLO DE TRIUNFO (RS), pretende ampliar sua capacidade de produção de eteno para mais de 1,2 milhão tons./ano até 2008, intentando chegar, até 2011, com uma produção de mais de 1,4 milhão de tons/ano. Encontra-se em estudo pela companhia a construção de uma unidade de butadieno e, ainda em 2006, estudará a possibilidade de produzir isopreno. Seu lucro líquido foi recorde em 2005, ou seja, foi superior a R$ 615 milhões, apontando um crecimento de quase 4% em relação ao ano anterior.
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A PETROQUISA, BRAÇO QUÍMICO E PETROQUÍMICO DA PETROBRAS, irá construir em Pernambuco, no Nordeste do Brasil, uma unidade de produção de ácido tereftálico purificado (PTAS), matéria-prima empregada em embalagens PET e em fios de poliéster, utilizados na indústria têxtil. O investimento previsto será de mais de 490 milhões e será dividido com o grupo italiano Mossi& Ghisolfi.
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