
GUTENBERG ASSUME REPRESENTAÇÃO DA
REIFENHÄUSER E APRESENTA EXTRUSORA
COMPACT PARA FILMES PLANOS
| Para atender o aquecido mercado brasileiro de fabricação
de embalagens, a Reifenhäuser passa a ser representada com exclusividade no Brasil pela Gutemberg Máquinas
e Materiais Gráficos Ltda. Marca consagrada no segmento de extrusão há mais de 50 anos, a
empresa alemã Reifenhäuser dispõe de uma linha completa de instalações para a
indústria de transformação de plástico, sendo considerada uma empresa parceira para
os mais variados equipamentos de extrusão. Um dos destaques é a extrusora Compact (foto) para filmes
planos, utilizados na produção de embalagens de alta performance. Há dois anos, a Reifenhäuser no Brasil havia iniciado um processo de reestruturação comercial, que resultou no encerramento da produção local e no fechamento do escritório de vendas próprio. A constatação foi de que o mercado brasileiro necessita cada vez mais de equipamentos com tecnologia de ponta, que podem ser fornecidos diretamente pela matriz alemã da Reifenhäuser. Com mais de 30 anos de experiência na venda de máquinas para a indústria gráfica, que equipa seu parque industrial quase que exclusivamente com máquinas de primeira linha à base de importação, a Gutenberg foi escolhida para iniciar o trabalho de comercialização dos sistemas de extrusão Reifenhäuser. A venda dos produtos Reifenhäuser será coordenada por Peter Jungblut, diretor da Gutenberg, que têm muitos anos de experiência no segmento de embalagens flexíveis e rígidas no Brasil. A equipe de vendas técnica da firma Reifenhäuser está sendo integrada à Gutenberg para assegurar um atendimento totalmente satisfatório e eficiente aos clientes. A Gutenberg complementa com a representação da Reifenhäuser sua linha de produtos destinados ao segmento de embalagens, a fim de oferecer uma solução completa a seus clientes.25%, na década dos 80 e fechou o ano de 1999 com 30%. Agora caminha para 32%, um dos ônus tributários mais elevados do mundo. Superior à dos países mais ricos e mais adiantados, inclusive os Estados Unidos. Em relação aos nossos concorrentes, a carga tributária gira em torno de 20% no México, Argentina, Chile, Coréia do Sul, Taiwan e outros. Não obstante os reiterados – e desacreditados – compromissos da classe política, mais um ano chega ao fim e o governo continua sendo o grande carrasco da classe média. Mas não são só os tributos que absorvem fatias cada vez maiores dos rendimentos, cada vez menores. De janeiro de 1999 até outubro de 2000, as tarifas dos servidores públicos subiram 18%. No período, o IPCA, o índice de metas de inflação apurado pelo IBGE, aumentou 8,87%. Sem o impacto das tarifas de luz, telefones e combustíveis, a inflação não passaria de 6% em dois anos. As tarifas de energia subiram 12,8%, as de telefones, 12,3% e as dos transportes, 10,2%. E mais. O absurdo congelamento das tabelas do Imposto de Renda na fonte desde o Plano Real (em julho de 1994) acabou transformando em contribuinte quem estava isento. Desde 1994 nada menos do que 5,5 milhões de brasileiros caíram nas garras do leão, que conta com a arrecadação de 12 milhões de contribuintes pessoas físicas (a maioria assalariados). Como não dá para sonegar nada, não admira que o IBGE, ao analisar as contas nacionais de 1999, tenha apontado que os assalariados recolheram mais Imposto de Renda do que as empresas. Embora absurda, esta situação é muito antiga e decorre da estrutura tributária brasileira. |
Além do mais, o sistema tributário brasileiro
é
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