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NOTAS SINTÉTICAS
• DEVIDO À COMPETITIVIDADE DO POLIÉSTER
ASIÁTICO, grande empresas de fibras sintéticas, como a Polyenka e a Vicunha Tecidos, estão
empenhadas em modernizar suas fábricas, com o objetivo de aumentar a produtividade. Através da Associação
Brasileira de Produtores de Fibras Artificiais e Sintéticas (Abrafas), elas estarão enviando um pedido
ao governo brasileiro que limite a taxa de importação do poliéster em torno de 50 mil toneladas,
durante os próximos 4 anos, uma vez que fica muito difícil competir com os preços asiáticos,
pois sua mão-de-obra é bem mais barata e também eles contam com taxas de juros bem abaixo
das encontradas em nosso território nacional.
• A BAYER, IMPORTANTE INDÚSTRIA ALEMÃ, ANUNCIOU O FECHAMENTO de uma de suas unidades, a de plásticos
de engenharia, localizada em Camçari (BA), ainda em 2002. Apesar de ser a única na América
Latina, a empresa comenta que sai mais barato importar seus produtos da Alemanha do que fabricá-los aqui
no Brasil, pois o próprio consumo latino-americano não chega a 100 mil tons., meta essa que justificaria
a produção nesse continente.
• TAMBÉM VISANDO EXPANSÃO, A OXITENO, empresa petroquímica do grupo Ultrapar, tem projetos
de abrir uma nova fábrica nas Ilhas Virgens Britânicas: a Oxiteno International Corporation. Seu objetivo
é aumentar suas exportações e investir mais no mercado internacional.
• A COPENE E A COPESUL JÁ RECEBERAM A NAFTA, que foi importada diretamente por elas. Segundo o acordo estabelecido
com a Petrobrás, as centrais petroquímicas poderão importar 30% dessa matéria prima,
sendo que os outros 70% serão distribuídos através da estatal. Acredita-se que com essa medida,
possibilitando maior concorrência, o preço da nafta deverá cair a médio prazo. Cabe
lembrar que a Copene importou a nafta da África e a Copesul, da norte-americana El Paso, localizada no Caribe,
mas também está em negociações com a Sonatrach, da Argélia.
• BANCO NACIONALDE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SOCIAL(BNDES) liberou um financiamento para a empresa belga
Katoen Natie, uma das maiores empresas mundiais que trabalha com logística. Ela pretende atuar no setor
petroquímico, unindo as indústrias de segunda geração, que são as produtoras
de PE, PVC, PP e PET, por exemplo, às da terceira geração, que são as indústrias
de transformação de plásticos. Sabe-se que uma das funções da logística
é apresentar estudos sobre a colocação de produtos para o consumidor de maneira mais eficaz,
de forma rápida e econômica.
• A RHÓDIA FRANCESA, UMA DAS MAIS IMPORTANTES INDÚSTRIAS QUÍMICAS, apresentou prejuízo
no último trimetre de 2001, devido a vários fatores, entre eles ao fechamento de algumas de suas
fábricas e gastos com os cortes de emprego.
• ENQUANTO ISSO, A RHODIA-STER, FABRICANTE DE PET , controlada pela multinacional Rhodia, fechou o ano positivamente,
com sua receita líquida apresentando um aumento de quase 1,7%, ao mesmo tempo que reduziu suas dívidas
em torno de 17%.
• OUTRO INVESTIMENTO IMPORTANTE DA RHODIA BRASIL será ná área de tecido sintético.
Ela pretende produzir fios de nylon “inteligentes”, ou seja, os tecidos que, atualmente, já são bactericidas
serão, até o final de 2002, hidrófilos, isto é, absorverão a transpiração,
tal como os tecidos naturais, porém sem perderem suas características principais: de consumirem menos
água durante a lavagem e de não precisarem ser passados. Para tanto, a Rhodia deverá investir
mais de US$ 50 milhões.
• A NITROCARBONO S/A, SEGUINDO O OBJETIVO DA BRASKEM de deixar de vender os produtos petroquímicos básicos
e passar a vender os produtos acabados, resolveu anunciar a cisão de sua divisão de resinas da de
embalagens. Com isso, a Copene poderá passar a exportar para os Estados Unidos a resina de de caprolactama,
utilizada desde lonas de pneus até lingerie, ao invés do benzeno, que é produto de primeira
geração.
• A BASF ANUNCIOU O FECHAMENTO de uma de suas unidades no Brasil: suspenderá a produção de
produtos inorgânicos para tintas, fechando sua fábrica em São Caetano SP, pretendendo, assim,
concentrar sua produção na Europa.
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