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Janeiro de 2004 |
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O Plástico na Luta Contra os Velhos Preconceitos e a DesinformaçãoNão há quem desconheça que uma mentira, repetida incontáveis vezes, acaba sendo transformada numa verdade. A má informação e a desinformação, os conceitos mal formulados e os preconceitos, tudo isso é “matéria-prima” para uma luta que a Plastivida vem travando, há anos, para firmar diante da sociedade uma imagem correta dos plásticos, principalmente na sua relação com o meio ambiente. Comissão da Abiquim apoiada por toda a indústria petroquímica nacional, a Plastivida foi formada há oito anos, período em que tem desenvolvido uma atividade pró-ativa em diversas áreas. Na de educação e responsabilidade social, promove programas de educação ambiental junto a mais de 200 mil estudantes em São Paulo, no Grande ABC, em Salvador e em Porto Alegre. Além da distribuição de material didático para professores e estudantes, patrocionou a construção de uma usina de beneficiamento de plásticos na APPAE - Associação de Pais e Amigos de Excepcionais, em Mauá (SP). A comissão também age diretamente no mercado brasileiro, realizando pesquisas sobre a reciclagem de plásticos e disponibilizando, em seu site (www.plastivida.org.br), um cadastro nacional de compradores e vendedores de plásticos para reciclagem. Na área de comuinicação, age diretamente junto a autoridades, formadores de opinião, imprensa e a própria indústria de plástico, a quem dirige folhetos técnicos, vídeos e CD-ROMs. Política e institucionalmente, sua ação está voltada ao próprio Congresso Nacional, sobre o qual desenvolve um trabalho pela inclusão da proposta de separação do lixo doméstico em duas frações (orgânicos e recicláveis), no projeto de lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Toda essa multiplicidade de tarefas tem contribuído para a obtenção de bons resultados. Cerca de 300 mil pessoas carentes vivem atualmente da coleta de materiais para reciclagem no nosso País. O índice médio de reciclagem de plásticos já chega a 17,5%, hoje, no Brasil - índice próximo ao da Europa (22%), onde a coleta seletiva do lixo, assim como a reciclagem, são obrigatórias. Aqui, são feitas espontaneamente. O Rio Grande do Sul já recicla 27,6% do plástico pós-consumo gerado no estado. No Ceará, 21,3% são reciclados. No Rio de Janeiro, o índice é de 18,6%, chegando ainda a 15,8% na Grande São Paulo e 9,4% na Bahia. (“Informativo Petroquímica Triunfo”). |
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