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Janeiro de 2005 |
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NOTAS SINTÉTICAS• A CARGILL (USA), MAIOR CIA. AGRÍCOLA DO MUNDO, irá adquirir 100% do controle da Cargill Dow LLC, joint-venture com o grupo Dow Chemical. A parceria havia sido concebida com o intuito de desenvolver plásticos derivados do milho e vender o ácido polilático; tal ácido foi a primeira resina derivada de plantas produzida em escala industrial e é utilizada em têxteis Ingeo e em containers para alimentos. • A CHEVRON PHILLIPS CHEMICAL (CPCHEM) irá fornecer tecnologia para expansão da Polietilenos Unão (PQu), fabricante de resinas do pólo petroquímico paulista. Cerca de US$ 140 milhões deverão ser destinados para uma nova unidade que deverá produzir mais de 200 mil tons. através do processo “loopy slurry”, pelo qual a empresa poderá produzir PE para diferentes aplicações - alta ou baxa densidade linear. • AINDA SOBRE A PQU (PETROQUÍMICA UNIÃO): ela assinou um contrato de fornecimento de gás com a Petrobras para dar continuidade ao seu projeto de expansão. Tal acordo assegura à PQu o fornecimento diário de mais de 1 milhão de metros cúbicos de gás residual de refinaria, ou seja, um subproduto do processo catalítico de frações pesadas de petróleo. • JÁ A PETROBRAS ESTÁ EM NEGOCIAÇÕES com o governo do Estado de Minas Gerais para a instalação de um complexo petroquímico na REGAP (Refinaria Gabriel Passos), em Betim (MG). Tal complexo petroquímico deverá produzir acrílico de média densidade, derivado do PE, matéria-prima utilizada nas embalagens de papel higiênico, guardanapos e fraldas descartáveis. Tal investimento será na ordem de mais de US$ 400 milhões. • A NORTEC QUÍMICA, FABRICANTE DE ATIVOS FARMACÊUTICOS, está finalizando, em 2005, um investimento na faixa de R$ 25 milhões, para aumentar a capacidade de sua unidade em Duque de Caxias (RJ), que poderá chegar a produzir 600 mil tons/ano. • A PARCERIA REALIZADA ENTRE O GRUPO BAHIA PET e a Universidade Federal da Bahia, com o apoio de outras instituições, viabilizou a instalação de um laboratório de análise e caracterização de polímeros. Tal equipamento irá contribuir, de forma importante, para o desenvolvimento de pesquisas na área do PET, principalmente por estimular novas tecnologias para reciclar esse produto. O Grupo Bahia PET cresceu, em 2004, mais de 35% em relação ao ano anterior e essa porcentagem deverá ser maior ainda em 2005. • A BAHIA PET TAMBÉM ESTÁ INVESTINDO para ser a primeira empresa do Brasil a utilizar as embalagens de PET reciclado na indústria alimentícia. Ela já está encaminhando esse projeto para a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), órgão responsável por esse tema, sendo que a empresa já recebeu autorização de órgãos de fiscalização da Alemanha e dos Estados Unidos, exportando 40% de PET reciclado para esses países. • A PETROFLEX, MAIOR PRODUTORA DE BORRACHA SINTÉTICA da América Latina, começou o ano de 2005 com escritório nos EUA, próximo a New York. Com esse empreendimento, a empresa já possui três representações no exterior: na Europa (Roterdã) e na Ásia (Hong Kong) e, agora, na América do Norte, encerrando, desse modo, a primeira etapa de seu plano estratégico de transformá-la em operadora mundial, em 2007. As próximas metas visam a instalação de uma planta de elastômero no Leste Europeu. • O MERCADO DAS FIBRAS SINTÉTICAS E ARTIFICIAIS, em 2004, foi muito positivo, apontando para um crescimento de quase 20% em relação ao ano anterior. Segundo a ABRAFAS - Associação Brasileira de Produtores de Fibras Sintéticas e Artificiais, apesar das exportações terem apresentado uma certa diminuição, o mercado interno reagiu com uma demanda maior que a de 2003. • SEGUNDO A ABRE (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMBALAGENS), a previsão de mercado para 2005 está excelente: as empresas estimam elevar cerca de 10% as vendas devido ao aumento da demanda interna. Um dos fatores que vem empolgando os fabricantes de embalagens é a retomada da produção da indústria de não-duráveis. Tanto que a Embalagens Flexíveis de Diadema (SP) deverá investir mais de US$ 4 milhões para modernizar suas instalações, adequando-se melhor ao mercado. • A POLO INDÚSTRIA E COMÉRCIO, CONTROLADA PELO GRUPO UNIGEL, iniciou, no final do ano passado, a operação da nova linha de produção de filmes BOPP (polipropileno biorientado) e pretende investir mais ainda. A cia. prevê um crescimento de até 70% de sua receita líquida em 2005, uma vez que o mercado prevê o avanço do uso de filmes de BOPP em substituição a outras resinas termoplásticas, como o poliéster e polietilenos. Os filmes de BOPP são empregados em embalagens de cigarros e alimentos, entre outros produtos. |
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