Janeiro de 2005


Três mil dias sem acidentes na DSM

                Mais de três mil dias trabalhados sem acidente com afastamento de pessoal é o marco que a DSM está comemorando. O anúncio foi comunicado oficialmente ontem aos 107 funcionários e 120 contratados pelo diretor da unidade no Brasil, George Dócolas. 

        A base de cálculo utilizada é dias sem acidente acumulado no período. Assim, a DSM Elastômeros Brasil, indústria fabricante de borracha sintética localizada no Pólo Petroquímico de Triunfo,  completou no dia sete de janeiro o equivalente a 8,2 anos sem acidente com afastamento de pessoal no trabalho.

        Para o diretor, este índice só foi alcançado graças à filosofia da empresa de trabalhar onde a segurança tem prioridade sobre a produção.  Considera também significativo o investimento que a empresa faz em treinamento e campanhas de conscientização: 1,5 milhão de reais, nos últimos dez anos.

        “O exemplo vem de cima para baixo, quando as gerências pressionam com o discurso e a prática, não punindo com os erros e sim aprendendo com eles”. É o que diz Dócolas para explicar o modo de atuação do corpo funcional numa atividade industrial, onde os riscos de acidentes são iminentes.

A empresa

        A DSM integra um dos 16 grupos de negócios da holding holandesa DSM. Atua na área química, petroquímica e ciências da vida. O grupo emprega 20 mil trabalhadores em mais de 200 unidades ao redor do mundo e totaliza um faturamento de US$ 8 bilhões.

        No Brasil, produz 35 mil toneladas/ano da borracha sintética EPDM, marca Keltan®. Destas, 50% são exportadas, principalmente para a Europa, EUA e Argentina. É a única fábrica deste produto na América Latina e iniciou suas atividades em 1988. Em 96, foi adquirida pelo grupo DSM e atualmente está equipada para atender as necessidades do mercado através do Laboratório de Suporte Técnico.

        As principais aplicações do Keltan® são nos segmentos automotivo, em vedação de janelas, mantas impermeáveis para lajes de concreto e isolação de cabos elétricos. É utilizado também na produção de aditivos de óleo lubrificantes e, no setor de modificação de plásticos olefínicos, para a produção de pára-choques de automóveis.          

 

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