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Janeiro de 2006 |
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NOTAS SINTÉTICAS• A AMERICANA DOW CHEMICAL, fabricante de produtos químicos, divulgou que seu lucro aumentou quase 7% no último trimestre de 2005, devido ao reajuste de 10% nos preços de seus produtos e ao aumento de demanda por material plástico utilizado na fabricação de automóveis e em isolamento de edifícios. • A BRASKEM POSSUI TRÊS CENTROS DE PESQUISA e investe cerca de R$ 50 milhões por ano em estudos e desenvolvimento de novos materiais. Por isso, está realizando estudos preliminares para a produção de plásticos a partir do álcool, em substituição ao petróleo. Segundo informações, esse estudo está baseado em dois princípios básicos: o custo da matéria-prima (álcool X petróleo) e o fato do material plástico produzido a partir do álcool pertencer à chamada “cadeia verde”, que tem benefícios ainda não quantificados. • A PETROQUÍMICA INNOVA ESTÁ INVESTINDO cerca de R$ 400 milhões na construção de duas unidades no Pólo Petroquímico de Triunfo (RS). Uma unidade deverá produzir quase 550 mil ton/ano de etil-benzeno, matéria-prima para a produção de estireno (base para as resinas acrílicas, poliéster e borracha sintética, entre outras), enquanto a segunda será destinada à ampliação da produção de estireno já existente. • A SUZANO PETROQUÍMICA DEVERÁ DIVULGAR, até fevereiro de 2006, o nome das 13 transportadoras que serão contratadas para escoar 500 mil tons. de resinas de polipropileno (PP), a soma da produção de suas 3 fábricas (BA, RJ e SP), para todo o Brasil. O valor desses novos contratos, para esse ano, deverá chegar a R$ 40 milhões. • TAMBÉM O GRUPO SUZANO PRETENDE INVESTIR, esse ano, para se tornar o segundo maior produtor de polipropileno da América Latina. Para tanto, deverá ampliar a capacidade de produção das unidades da Suzano Petroquímica localizadas em Mauá (SP) e em Duque de Caxias (RJ): a primeira deverá produzir 450 mil ton/ano (sendo que a produção atual é de 300 mil ton/ano) e a segunda deverá chegar a 875 mil tons/ano (hoje ela produz 675 mil tons/ano). • A COPESUL – CIA. PETROQUÍMICA DO SUL pretende investir cerca de US$ 70 milhões em uma unidade para a produção do butadieno, matéria-prima para borracha sintética. Até abril, a Petroflex, a partir de negociações com a Copesul, deverá apresentar definições sobre a construção da planta da borracha sintética SBR. A Copesul também pretende exportar o butadieno que não for consumido no mercado nacional. • MAIS UMA TRANSFORMAÇÃO NA EMBALAGEM do leite longa vida: a adoção de uma abertura de plástico chamada FlexiCap. Essa tampa tem o objetivo de facilitar o uso do leite, dispensando tesouras e facas, além de impedir que o leite absorva o sabor de outros produtos que estiverem na geladeira. Essa tampa foi obtida após 8 anos de pesquisas nos centros Tetra Pak, na Itália e na Suécia, e agregou apenas um custo adicional de 2 centavos na embalagem. • A BASF ESTÁ OTIMISTA EM RELAÇÃO AO ANO DE 2006. Apesar do ano passado ter sido difícil para suas operações no País, a companhia química acredita na recuperação do mercado nacional. Assim, deverá investir quase 150 milhões de Euros no Brasil, os quais serão empregados em modernização da produção em áreas agrícolas e nas dispersões acrílicas (usados na fabricação de tintas, carpete, papel, adesivos, têxteis, mineração e higiene). Segundo a empresa, o mercado de dispersões acrílicas cresce cerca de 5% ao ano. • A REPSOL YPF, MAIOR PETROLEIRA ESPANHOLA, deverá deixar de explorar quase 660 milhões de barris, principalmente de gás, na Bolívia. Ela deverá deixar de lado cerca de 25% de suas reservas de gás e petróleo na Bolívia, Argentina e Venezuela. Segundo a cia., na Bolívia, o aumento dos impostos sobre os hidrocarbonetos inviabilizou comercialmente a exploração de recursos energéticos no país e a Repsol deverá congelar cerca de 400 milhões de Euros que investiria nesse país. • A REDUC – REFINARIA DE DUQUE DE CAXIAS, da Petrobrás, deverá investir US$ 1 bilhão no período de 2006 a 2010 com o objetivo de mudar o perfil de produção da unidade, passando a produzir combustíveis mais nobres e de maior valor agregado. Também há a preocupação de que a Reduc, até 2010, seja uma refinaria absolutamente correta do ponto de vista abiental. Desde o final de 2005, foi assinado um acordo entre a Petrobrás e a MPE Participações em Engenharia e Serviços para que a mesma se encarregue da construção e montagem da Unidade de Hidrotratamento de Nafta Leve de Coque, a primeira no País, que terá a função de estabilizar e retirar o enxofre da nafta, conferindo-lhe melhor qualidade. |
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