|
|
|
|
JULHO DE 2001
|

|
CONFIANÇA
Este foi o ingrediente para
a Innova crescer tão rápido.
Em apenas 6 meses de produção, a Innova
alcançou uma expressiva participação no mercado, o que permitiu ao Grupo Perez Companc assumir
a liderança sul-americana em poliestireno. Isto graças ao bom relacionamento e o compromisso de satisfazer
o mercado com os melhores produtos. Por isso, a Innova não poderia deixar de agradecer quem mais contribuiu
para essa receita de sucesso: seus Clientes.
www.innova.ind.br
(51) 3378-2300 / (11) 5507-6227
Uma empresa Perz Companc
|
|
EDITORIAL
O FIM DA “NOVELA” COPENE
FINALMENTE, e após duas frustadas tentativas foi,
“batido o martelo”, e o consórcio Odbrecht-Mariani passou, em 25/07, a ser o novo controlador da Copene-Cia.
Petroquímica do Nordeste.
A OPERAÇÃO foi realizada pelo lance mínimo de R$ 785 milhões tendo sido adquiridas
as ações do Banco Econômico, em processo de liquidação, na Norquisa, que, por
sua vez é controladora da Copene central de matérias primas do nordeste e “menina dos olhos”dos interesses
petroquímicos nacionais.
COM A DESISTÊNCIA de outros interesados (leia-se grupos Ultra e Monteiro Aranha ) no leilão, dessa
vez, tudo se resolveu sem maiores atropelos e o setor petroquíimico nacional tem a constatação,
mais do que nunca óbvia, de que a Odebrecht caminha, a passos largos, para se tornar o grupo petroquímico
de maior relevo da América Latina.
ALIÁS, A HISTÓRIA DA ODEBRECHT no setor da Química e Petroquímica brasileira remonta
a 1979, quando adquiriu participação acionária na extinta CPC - Companhia Petroquímica
Camaçari. Na década de 80, foram obtidas novas participações acionárias nas
antigas Salgema, Poliolefinas S.A. e PPH e na holding Unipar.
NA DÉCADA DE 90, assumiu o controle acionário, mediante leilões de privatização,
da Poliolefinas e da PPH, que, integradas, resultaram na OPP, e da CPC e da Salgema, integradas na Trikem.
HÁ DE SE LEVAR em conta, segundo dados do BNDES, que o setor petroquímico/químico foi o que
mais tinha sofrido retração em termos de consultas para investimentos nos primeiros seis meses de
2001. Com o fim da “novela” as consultas para esses investimentos deverão retornar.
OUTRO FATO POSITIVO da efetivação do leilão é a constatação de que, se
mesmo com crise energética, crise argentina, e outras crises mais, um consórcio faz um investimento
desse porte é porque confia na capacidade de reversão dos índices não muito animadores
de nossa economia e sinaliza, pelo menos a médio prazo, que as coisas devem, certamente, melhorar.
|