JULHO DE 2001

CONFIANÇA

Este foi o ingrediente para
a Innova crescer tão rápido.

Em apenas 6 meses de produção, a Innova alcançou uma expressiva participação no mercado, o que permitiu ao Grupo Perez Companc assumir a liderança sul-americana em poliestireno. Isto graças ao bom relacionamento e o compromisso de satisfazer o mercado com os melhores produtos. Por isso, a Innova não poderia deixar de agradecer quem mais contribuiu para essa receita de sucesso: seus Clientes.

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Uma empresa Perz Companc

EDITORIAL
O FIM DA “NOVELA” COPENE

FINALMENTE, e após duas frustadas tentativas foi, “batido o martelo”, e o consórcio Odbrecht-Mariani passou, em 25/07, a ser o novo controlador da Copene-Cia. Petroquímica do Nordeste.

A OPERAÇÃO foi realizada pelo lance mínimo de R$ 785 milhões tendo sido adquiridas as ações do Banco Econômico, em processo de liquidação, na Norquisa, que, por sua vez é controladora da Copene central de matérias primas do nordeste e “menina dos olhos”dos interesses petroquímicos nacionais.

COM A DESISTÊNCIA de outros interesados (leia-se grupos Ultra e Monteiro Aranha ) no leilão, dessa vez, tudo se resolveu sem maiores atropelos e o setor petroquíimico nacional tem a constatação, mais do que nunca óbvia, de que a Odebrecht caminha, a passos largos, para se tornar o grupo petroquímico de maior relevo da América Latina.

ALIÁS, A HISTÓRIA DA ODEBRECHT no setor da Química e Petroquímica brasileira remonta a 1979, quando adquiriu participação acionária na extinta CPC - Companhia Petroquímica Camaçari. Na década de 80, foram obtidas novas participações acionárias nas antigas Salgema, Poliolefinas S.A. e PPH e na holding Unipar.

NA DÉCADA DE 90, assumiu o controle acionário, mediante leilões de privatização, da Poliolefinas e da PPH, que, integradas, resultaram na OPP, e da CPC e da Salgema, integradas na Trikem.

HÁ DE SE LEVAR em conta, segundo dados do BNDES, que o setor petroquímico/químico foi o que mais tinha sofrido retração em termos de consultas para investimentos nos primeiros seis meses de 2001. Com o fim da “novela” as consultas para esses investimentos deverão retornar.

OUTRO FATO POSITIVO da efetivação do leilão é a constatação de que, se mesmo com crise energética, crise argentina, e outras crises mais, um consórcio faz um investimento desse porte é porque confia na capacidade de reversão dos índices não muito animadores de nossa economia e sinaliza, pelo menos a médio prazo, que as coisas devem, certamente, melhorar.

   

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