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EDITORIAL
VAMOS DAR A “VOLTA POR CIMA”...
TRADICIONALMENTE, o folclore político/econômico
do país aponta agosto, como o mês do ano mais propenso a crises institucionais e econômicas..
PELO VISTO, agora, julho foi a “bola da vez”, com o dólar a níveis estratosféricos, batendo
recordes diários em valorização com relação ao nosso comabalido real e, mais
ainda, declarações de autoridades americanas “botando lenha na fogueira”e colocando o Brasil em perigosa
desconfiança quanto a aplicações de recursos provenientes do FMI.
TUDO ISSO, ENTRETANTO, teve um lado positivo: nossas instituições democráticas provaram que
estão solidamente constituídas, pois, mesmo em meio a essas apreensões e ao contrário
de muitos de nossos vizinhos na América Latina, não aconteceu nenhum sinal de quebra de confiança
em nossas instituições.
PARA CORROBORAR com essas observações, é importante ressaltar que, mesmo reconhecendo-se que
o setor industrial (obviamente, o dos plásticos inserido nele) apesar de apresentar sinais de desaquecimento,
não teve sua programação de eventos para agosto alterada.
NESSA EDIÇÃO , além da confirmadíssima Interplast 2002 (ver matéria especial
a partir da pág.3), outros acontecimentos importantes também serão realizados com grande expectativa
de êxito: Seminário de Plásticos do Grande ABC (ver pág.11), Fórum Acrílico
2002 (pág.8), 5a. Expo Duque (pág.8), etc..
CUMPRE NOTAR, ainda, que durante o próprio mês de julho, o JORNAL DE PLÁSTICOS, tanto através
de telefonemas, como através da internet, recebeu 64 consultas de empresas que desejavam comercializar máquinas/equipamentos
usados ou matérias primas, número esse superior à média mensal (59,5), o que é
outro excelente sinal.
TEMOS CONFIANÇA em que, daqui para frente, apesar de se reconhecer que muitos números de nossa economia
serem realmente preocupantes, somos maiores que a crise e, certamente, temos tudo para “dar a volta por cima” ...
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