Julho de 2004

 


EDITORIAL

A recuperação veio para ficar...

        NOSSOS PREZADOS LEITORES devem ter lido, no editorial passado comemorativo de nossos 48 anos de atividade, que tínhamos a esperança de que, após um ano e meio de Governo Lula, a anunciada recuperação na economia tivesse vindo para ficar.

        OS NÚMEROS DIVULGADOS, até então, eram já extremamente significativos. Faltavam, entretanto, dados oficiais dos plásticos.

        POIS BEM: em 22/07 o Siresp-Sindicato da Indústria de Resinas Sintéticas no Estado de São Paulo (N.R.: entidade criada em 1953 com o apoio pessoal do Diretor-Fundador do JORNAL DE PLÁSTICOS, jornalista Ataliba Belleza Chagas), em reunião com a imprensa, divulgou os resultados do setor no primeiro semestre de 2004.

        DENTRE OS INDÍCES APURADOS, o destaque foi para o consumo aparente de resinas, que aumentou 11% entre os meses de janeiro e junho deste ano (comparado ao mesmo período de 2003).

        NA OCASIÃO, enfatizou o dinâmico José Ricardo Roriz Coelho, Pres. do Siresp: “Projetamos crescimento de aproximadamente 7% para 2004, e, pelos números apresentados neste primeiro semestre, o segmento de resinas deve superar as expectativas”.

        A MATÉRIA COMPLETA,  inserida na pág. 8 desta edição, traz outros dados também relevantes que convergem para uma única conclusão: a recuperação veio, realmente, para ficar.

        ESSA TRAJETÓRIA, de crescimento sustentável por um longo período, com relação à economia como um todo, poderá sofrer apenas uma ameaça: a demagogia de certos setores por causa das eleições.

        TEM RAZÃO O PRES. LULA quando alerta para o fato de não estarmos em tempo de “futricas” eleitoreiras que podem prejudicar o que foi construído até agora.  

        É HORA DE REFLETIRMOS: há muitos anos não temos tantos dados positivos, interna como externamente,  que nos dão a esperança de ter chegado, finalmente,  a “hora da virada” para o Brasil.


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