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Julho de 2004 |
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Braskem anuncia novo investimento em expansãoCapacidade de produção de polietileno
com tecnologia metaloceno A Braskem vai ampliar em 30 mil toneladas por ano sua capacidade de polietileno no Pólo de Camaçari (BA), com o objetivo de atender à demanda crescente pela resina e aumentar sua flexibilidade estratégica e operacional. A unidade industrial que receberá o investimento, no valor de US$ 4 milhões, utiliza a tecnologia Unipol, que possibilita a fabricação de produtos com maior valor agregado, como os polietilenos de baixa densidade linear, incluindo os de tecnologia metaloceno. A expansão, da ordem de 15% em relação à capacidade atual dessa unidade, deverá estar operacional em meados de 2005. “Essa é mais uma iniciativa que vem confirmar a capacidade da Braskem de acompanhar o crescimento do mercado”, afirma José Carlos Grubisich, presidente da empresa. “Estamos confiantes no crescimento do mercado e consideramos ser esta uma grande oportunidade de criar valor para os acionistas com um investimento muito competitivo”, acrescenta. A decisão tomada pela companhia de ampliar sua capacidade de produção na Bahia também está ligada ao êxito do Braskem Flexus®, uma linha de polietilenos com tecnologia metaloceno lançada no início deste ano. A Braskem foi a primeira empresa a produzir esse produto na América Latina, com ótima aceitação pelo mercado. Trata-se de uma resina de alta performance voltada especialmente ao segmento de filmes especiais para embalagens flexíveis, fabricada na planta Unipol juntamente com o polietileno de alta densidade e o de baixa densidade linear. Com a expansão, a capacidade dessa planta passará de 200 mil para 230 mil t/ano, de um total de 900 mil t/ano de polietileno que a Braskem pode fabricar. Parte da produção adicional terá também como destinos Europa e Estados Unidos. “O mercado de exportação está se tornando mais atrativo e rentável à medida que a taxa média internacional de utilização de capacidade nas indústrias de resinas se aproxima rapidamente do seu limite”, diz Luiz de Mendonça, vice-presidente responsável pela Unidade de Negócios de Poliolefinas da Braskem. Analistas do setor prevêem, por exemplo, que as plantas produtoras de polietileno de baixa densidade linear operem mundialmente com taxas de ocupação acima de 92% já a partir de 2005. No caso da Braskem, todas as suas unidades industriais já vêm trabalhando com níveis de excelência operacional e taxa de utilização superior a 90% neste ano de 2004. Além da ampliação em polietileno, a companhia está em vias de concluir a expansão de 100 mil t/ano, ou 20% da oferta atual, em sua capacidade de polipropileno no Pólo de Triunfo (RS), onde investiu US$ 7 milhões. Estão em andamento também os trabalhos para aumentar em 50 mil t/ano a capacidade de PVC em Alagoas, a partir do segundo semestre de 2005, com investimentos totais previstos da ordem de US$ 28 milhões. “O crescimento da demanda por resinas termoplásticas está confirmando o cenário previsto pela Braskem de retomada do desenvolvimento econômico do país em bases sustentáveis”, diz Grubisich. |
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