Consumo aparente de resinas plásticas aumentou 11,5% no primeiro semestre
O consumo aparente de re sinas termoplásticas no Brasil foi superior a 2 milhões de toneladas no primeiro semestre. Esse volume representa crescimento de 11,5% em relação ao mesmo período do ano passado. O consumo aparente é o resultado da soma da produção com as importações, menos as exportações.
De janeiro a junho, a produção brasileira de resinas termoplásticas ficou próxima a 2,3 milhões de toneladas, com aumento de 12,2% em relação aos seis primeiros meses de 2005. As importações cresceram 3,1%, alcançando 277,2 mil toneladas, e o volume de exportações apresentou incremento de 9,6%, chegando a 499,2 mil toneladas.
O coordenador da Coplast – Comissão Setorial de Resinas Termoplásticas da Abiquim, José Ricardo Roriz Coelho, considerou positivo o desempenho do segmento no primeiro semestre. “A nossa expectativa, no entanto, é de que o resultado no segundo semestre seja ainda melhor, até porque a atividade econômica tende a ser maior na segunda metade do ano”. Segundo Roriz, a grande preocupação do segmento para os próximos meses está relacionada ao comportamento dos preços de matérias-primas petroquímicas.
Os números referentes ao consumo aparente ainda são preliminares por não incluírem a resina PET (tereftalato de polietileno). O levantamento realizado pela Coplast engloba o polietileno de baixa densidade (PEBD), polietileno de baixa densidade linear (PEBDL), polietileno de alta densidade (PEAD), polipropileno (PP), poliestireno (PS), cloretos de polivinila (PVC) e o copolímero de etileno e acetato de vinila (EVA).
O consumo aparente de resinas termoplásticas no Brasil foi superior a 2 milhões de toneladas no primeiro semestre. Esse volume representa crescimento de 11,5% em relação ao mesmo período do ano passado. O consumo aparente é o resultado da soma da produção com as importações, menos as exportações.
De janeiro a junho, a produção brasileira de resinas termoplásticas ficou próxima a 2,3 milhões de toneladas, com aumento de 12,2% em relação aos seis primeiros meses de 2005. As importações cresceram 3,1%, alcançando 277,2 mil toneladas, e o volume de exportações apresentou incremento de 9,6%, chegando a 499,2 mil toneladas.
O coordenador da Coplast – Comissão Setorial de Resinas Termoplásticas da Abiquim, José Ricardo Roriz Coelho, considerou positivo o desempenho do segmento no primeiro semestre. “A nossa expectativa, no entanto, é de que o resultado no segundo semestre seja ainda melhor, até porque a atividade econômica tende a ser maior na segunda metade do ano”. Segundo Roriz, a grande preocupação do segmento para os próximos meses está relacionada ao comportamento dos preços de matérias-primas petroquímicas.
Os números referentes ao consumo aparente ainda são preliminares por não incluírem a resina PET (tereftalato de polietileno). O levantamento realizado pela Coplast engloba o polietileno de baixa densidade (PEBD), polietileno de baixa densidade linear (PEBDL), polietileno de alta densidade (PEAD), polipropileno (PP), poliestireno (PS), cloretos de polivinila (PVC) e o copolímero de etileno e acetato de vinila (EVA).