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JUNHO DE 2003 |
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NOTAS SINTÉTICAS• A PETROQUÍMICA UNIÃO (PQU) IRÁ AMPLIAR SUA CAPACIDADE de produção de eteno de 500 mil t./ano para 700 mil t./ano. Para tanto, mais de 2 milhões de t./ano de gás e nafta deverão ser fornecidos à PQU pela Petrobrás. • O BNDES ESTÁ ESTUDANDO formas de ajudar a reestruturação de vários setores industriais do Brasil (como o petroquímico, por exemplo), a fim de que eles possam ganhar meios de competir no mercado internacional, garantindo que os mesmo possam estar sempre atualizando-se tecnologicamente. • A POLIBRASIL DEVERÁ INVESTIR MAIS DE US$ 65 MILHÕES para ampliar a capacidade de produção de polipropileno, de 125 mil t./ano para 250 mil t./ano, em sua unidade localizada no Pólo Petroquímico de Camaçari (BA). Para tanto, ela deverá receber da Braskem um adicional de 150 mil t./ano de propeno. • AINDA SOBRE A POLIBRASIL NESSE MÊS DE JUNHO, o engenheiro José Ricardo Roriz Coelho, então seu diretor comercial, passou a ser o novo diretor-superintendente da empresa. Cabe lembrar que esse executivo de grande valor é também o presidente do SIRESP (Sindicato das Indústrias de Resinas Sintéticas do Estado de São Paulo), além de ser diretor de outras associações ligadas à indústria. • ENTRE AS VÁRIAS APLICAÇÕES DO PVC (POLICLORETO DE VINILA), encontradas em diversos setores como o da construção civil, embalagens, transportes, produtos médico-hospitalares, estão as geomembranas utilizadas em revestimentos de tanques de pisciculturas, aterros sanitários e canais de irrigação. Com a utilização da geomembrana de PVC em revestimentos de concreto em canais de irrigação, os mesmos tendem a ter sua espessura reduzida em 50%, pois o policloreto de vinila adere ao concreto, possibilitando a minimização da perda de água por infiltração. • A SUZANO PETROQUÍMICA, EMPRESA DO GRUPO SUZANO, está buscando estudar e realizar projetos que substituam a nafta na produção de resinas termoplásticas, como o eteno e o propeno, a fim de que tais resinas possam obter valores mais competitivos no mercado. As alternativas à utilização da nafta são o propeno de refinaria e o gás natural da Bacia de Campos (RJ). Os empreendimentos da empresa situamn-se basicamente no Sudeste do Brasil, uma vez que nessa região encontram-se mais de 50% do consumo de resinas termoplásticas do país. • A RIO POLÍMEROS (RJ) IRÁ ENTRAR NO MERCADO DE POLIETILENO através da produção de mais de 500 mil t./ano dessa matéria prima, em sua unidade no pólo gás-quimico de Duque de Caxias (RJ). Em termos de valores, deverão ser investidos na Rio Polímeros mais de US$ 1 bilhão, sendo que, só nesse ano, a empresa conta com um investimento na ordem de US$ 400 milhões. • TAMBÉM A RIO POLÍMEROS ACERTOU REALIZAR UMA PARCERIA TÉCNICA com a Polietilenos União, controlada pelo grupo Unipar, a fim de desenvolver novos produtos e suas aplicações. Caberá à Polietilenos União a capacitação e treinamento de profissionais, além de avaliar as resinas nacionais e importadas, em seu Centro de Desenvolvimento de Produtos e Serviços, localizado em Capuava (SP), onde propriedades físicas dos produtos, como elasticidade, compressão, deformação, alongamento e freiza, são testados. • O ESTADO DA BAHIA (BA) OCUPA O TERCEIRO LUGAR na produção de borracha natural e, por isso, está sendo estudada uma proposta de implantar mais de 15 mil hectares de seringueiras nessa região, sendo que tal investimento encontra-se na ordem de mais de RS$ 130 milhões. • A MVC COMPONENTES PLÁSTICOS, LOCALIZADA NA REGIÃO metropolitana de Curitiba (PR), está apresentando vantagens em seus projetos de moradia popular, em que as casas têm estruturas de aço e paredes de plástico (lâminas de plástico reforçadas com fibra de vidro). Entre as vantagens dessas moradias estão o seu baixo custo e montagem rápida, o fato de o material dispensar pintura (pode ser produzido em diferentes cores), além de oferecer excelente isolamento térmico e acústico. • CONTINUAM OS ESTUDOS E OS IMPASSES PARA A CONSTRUÇÃO de uma nova refinaria no Brasil. Tanto o Estado do Rio de Janeiro como o Nordeste afirmam a necessidade de que tal refinaria seja instalada em suas próprias regiões, mas ainda há alguns impasses a serem resolvidos. Entre eles encontra-se o montante de investimento que deverá ser feito para tal empreitada: para refinar cerca de 200 mil barris/dia é necessária uma aplicação na ordem de mais de US$ 2 bilhões. Cabe lembrar que, durante a construção de uma nova refinaria, mais de 14 mil empregos (diretos e indiretos) serão criados, além das oportunidades de empregos que ela irá gerar quando concluída. • O ESTADO DO CEARÁ ENCONTRA-SE TAMBÉM NA LISTA DE INTERESSADOS em que a nova refinaria brasileira seja localizada em sua região. A possibilidade de parceria da Saudi Aramco, líder da produção mundial de petróleo, com o estado do Ceará propicia a esperanaça de que, com investidores, a viabilização da refinaria seja efetuada com maior rapidez. • A RHODIA DEVERÁ INVESTIR EM SUA UNIDADE DE PAULÍNIA (SP) mais de RS$ 30 milhões para ampliar em quase 30% sua capacidade de produção de fenol e acetona. Esse projeto visa suprir a crescente demanda de clientes, devido aos setores que têm crescido através das exportações, como o setor da madeira. Cabe lembrar que mais de 50% do faturamento da Rhódia no Brasil deve-se às vendas de fenol e acetona, assim como seus derivados. |
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