Coim inaugura nova fábrica e amplia atuação no
mercado de adesivos e selantes
Com
investimentos na ordem de US$ 8 milhões, nova unidade fabril
vai produzir adesivos base solventes, sem solvente, termoselantes
e resinas poliuretânicas em solução para fabricação de laminados
sintéticos.
A Coim Brasil
inaugurou sua nova fábrica de adesivos e selantes em Vinhedo,
interior de São Paulo, noi dia 21 de junho. Com investimentos
de US$ 8 milhões, a nova planta vai operar com uma capacidade
de produção de 10 mil toneladas por ano, quase o dobro da capacidade
atual, fabricando adesivos base solvente, sem solvente, termoselantes
e resinas poliuretânicas em solução para fabricação de laminados
sintéticos.
A fábrica
foi construída para acompanhar o crescimento da Coim no mercado
de adesivos e selantes. Como a empresa está aumentando sua atuação,
a nova unidade foi criada para atender a demanda de produção
visando um crescimento de mercado e a nacionalização de produtos
atualmente importados. “A nova fábrica vai operar visando, tanto
o mercado interno, quanto externo. O foco internacional é a
América Latina, a Ásia, além de outros mercados”, afirma Franco
Baccin, presidente da Coim Brasil.
Esta planta
reforça nosso compromisso com a América Latina e um dos objetivos
claros desta nova expansão é a total segurança de abastecimento
para países como Argentina, Peru, Chile, Equador , Colômbia,
Venezuela entre outros. “Esta é uma região de grande crescimento
do negócio de Adesivos e Selantes e, também, uma aposta da Coim
no sentido de incremento de serviço e atenção ao cliente”, afirma
o Gerente de Negócios para a América Latina, José Paulo Victorio.
De uma área
total do site de 154.495 m² de terreno, foram destinados 7,2
mil m² para a Planta de Adesivos e Selantes, contando com uma
estrutura de tecnologia importada da Alemanha e da Itália, e
com equipamentos de última geração. O grande diferencial da
nova fábrica, porém, é a versatilidade em produzir de acordo
com as necessidades dos clientes, desenvolvendo novos produtos
com grande agilidade. O objetivo é a melhoria da produtividade
e competitividade no mercado, reforçando o compromisso da Coim
com o seu cliente.
“A tecnologia
é a mesma da produção de poliuretanos, em que aplicamos um controle
muito rígido das matérias-primas e de todos os processos, principalmente
no que diz respeito a manter o meio reacional inerte, ou seja,
isento de contaminação por umidade e outros contaminantes”,
explica Edson Quevedo, Gerente Comercial de Adesivos da Coim.
A fábrica
é totalmente automatizada e conta com um rigoroso controle de
segurança, além de ser monitorada por computador via sistema
supervisório, com proteções de segurança contra explosões, inertização
e controle permanente da resistência de aterramento. O sistema
conta com alarmes por fugas e vazamentos, alarmes por perda
de pressão ou nível, rede anti-incêndio com sistema de espuma,
controle de acessos computadorizado e equipamentos classificados
com procedência a nível mundial, com objetivo de garantir a
segurança de colaboradores, a satisfação dos clientes através
da qualidade total, sem prejuízos ao meio ambiente.
A emissão
de vapores no ar também é evitada através da utilização de bombas
magnéticas, carregamento com vaso fechado e células de carga
para controle das cargas de matérias-primas, entamboramento
automático dos produtos acabados e um rigoroso controle da qualidade
através de moderno laboratório de processo. Além disso, a nova
planta foi construída dentro dos conceitos de normas e padrões
da ISO 14000, o que proporciona a redução do desperdício e do
uso racional dos recursos naturais.
A nova unidade
fabril vai ampliar a capacidade de produção, aumentar a agilidade
no atendimento, na produção e na entrega e elevar ainda mais
a empresa aos padrões de qualidade exigidos internacionalmente.
“Com o investimento tecnológico e humano da unidade de Adesivos
e Selantes, a Coim visa oferecer ao mercado as melhores condições
comerciais do segmento”, assegura Quevedo. Para isso, a empresa
vai aumentar seu quadro de funcionários em 20% e gerar, ainda,
cerca de 60 empregos indiretos, em função do aumento da capacidade
de produção.
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