Junho de 2005


 

Coim inaugura nova fábrica e amplia  atuação
no mercado de adesivos e selantes

        Com investimentos na ordem de US$ 8 milhões, nova unidade fabril vai produzir adesivos base  solventes, sem solvente, termoselantes e resinas poliuretânicas em solução para fabricação de laminados sintéticos.

        A Coim Brasil inaugurou sua nova fábrica de adesivos e selantes em Vinhedo, interior de São Paulo, noi dia 21 de junho. Com investimentos de US$ 8 milhões, a nova planta vai operar com uma capacidade de produção de 10 mil toneladas por ano, quase o dobro da capacidade atual, fabricando adesivos base solvente, sem solvente, termoselantes e resinas poliuretânicas em solução para fabricação de laminados sintéticos.

        A fábrica foi construída para acompanhar o crescimento da Coim no mercado de adesivos e selantes. Como a empresa está aumentando sua atuação, a nova unidade foi criada para atender a demanda de produção visando um crescimento de mercado e a nacionalização de produtos atualmente importados. “A nova fábrica vai operar visando, tanto o mercado interno, quanto externo. O foco internacional é a América Latina, a Ásia, além de outros mercados”, afirma Franco Baccin, presidente da Coim Brasil.

        Esta planta reforça nosso compromisso com a América Latina e um dos objetivos claros desta nova expansão é a total segurança de abastecimento para países como Argentina, Peru, Chile, Equador , Colômbia, Venezuela entre outros. “Esta é uma região de grande crescimento do negócio de Adesivos e Selantes e, também, uma aposta da Coim no sentido de incremento de serviço e atenção ao cliente”, afirma o Gerente de Negócios para a América Latina, José Paulo Victorio.

        De uma área total do site de 154.495 m² de terreno, foram destinados 7,2 mil m² para a Planta de Adesivos e Selantes, contando com uma estrutura de tecnologia importada da Alemanha e da Itália, e com equipamentos de última geração. O grande diferencial da nova fábrica, porém, é a versatilidade em produzir de acordo com as necessidades dos clientes, desenvolvendo novos produtos com grande agilidade. O objetivo é a melhoria da produtividade e competitividade no mercado, reforçando o compromisso da Coim com o seu cliente.

        “A tecnologia é a mesma da produção de poliuretanos, em que aplicamos um controle muito rígido das matérias-primas e de todos os processos, principalmente no que diz respeito a manter o meio reacional inerte, ou seja, isento de contaminação por umidade e outros contaminantes”, explica Edson Quevedo, Gerente Comercial de Adesivos da Coim.

        A fábrica é totalmente automatizada e conta com um rigoroso controle de segurança, além de ser monitorada por computador via sistema supervisório, com proteções de segurança contra explosões, inertização e controle permanente da resistência de aterramento. O sistema conta com alarmes por fugas e vazamentos, alarmes por perda de pressão ou nível, rede anti-incêndio com sistema de espuma, controle de acessos computadorizado e equipamentos classificados com procedência a nível mundial, com objetivo de garantir a segurança de colaboradores, a satisfação dos clientes através da qualidade total, sem prejuízos ao meio ambiente.

        A emissão de vapores no ar também é evitada através da utilização de bombas magnéticas, carregamento com vaso fechado e células de carga para controle das cargas de matérias-primas, entamboramento automático dos produtos acabados e um rigoroso controle da qualidade através de moderno laboratório de processo. Além disso, a nova planta foi construída dentro dos conceitos de normas e padrões da ISO 14000, o que proporciona a redução do desperdício e do uso racional dos recursos naturais.

        A nova unidade fabril vai ampliar a capacidade de produção, aumentar a agilidade no atendimento, na produção e na entrega e elevar ainda mais a empresa aos padrões de qualidade exigidos internacionalmente. “Com o investimento tecnológico e humano da unidade de Adesivos e Selantes, a Coim visa oferecer ao mercado as melhores condições comerciais do segmento”, assegura Quevedo. Para isso, a empresa vai aumentar seu quadro de funcionários em 20% e gerar, ainda, cerca de 60 empregos indiretos, em função do aumento da capacidade de produção.

  

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