JORNAL DE PLÁSTICOS - MAIO DE 2001

K 2001: ENERGIA SOLAR

Antonio Guarino de Souza*

Prosseguindo com informações sobre a K 2001, o JP. aborda, nessa edição, um tema que deveria estar despertando grande interesse por parte das autoridades brasileiras do setor energético: a energia solar. Dizem que a crise é gestora de idéias, e, se esse ditado for realmente válido, recomendamos a todos quantos estejam perdendo o sono com a perspectiva de racionamento de energia elétrica, um “mergulho” na K 2001, em Outubro de 2001, para que em 2002 não sofram do mesmo mal.

Energia Solar é farta, constante e grátis.

Com a atual disponibilidade de tecnologias (Shell, Bayer etc) a serem mostradas na K em Dusseldorf (25/10 à 01/11) e as excepcionais condições climáticas brasileiras que oferecem um dos maiores graus de insolação do mundo, a questão é pôr mãos à obra.

Na conferência de imprensa realizada pelos promotores da K, na Holanda, em março passado, visitamos o projeto de energização da cidade de Amersfoort onde aproximadamente 17.000 casas do bairro , sugestivamente nomeado Newland, estão sendo abastecidas por energia elétrica gerada por células foto-voltaicas montadas em grandes painéis e em consórcio com energia elétrica convencional.

Na realidade, o que ali está sendo levado a efeito não é propriamente uma substituição de fonte de energia, mas uma produção local capaz de gerar grande e crescente economia de energia convencional.

Alguns dados fornecidos pela divisão de energia solar da Shell apontam o futuro promissor da energia foto-voltaica.

Em 2010, a demanda mundial por energia solar é estimada em 1,5 à 2,0 Gigawatts com crescimento anual do mercado de cerca de 22%.

Cerca de 2 bilhões de pessoas vivem em comunidades rurais sem acesso à energia elétrica convencional, mercado certo para energia solar.

Com o crescimento da consciência ambientalista, surge em todo mundo uma também crescente pressão pela utilização de energia limpa, ou seja, a energia solar.

O atual custo de produção das células foto-voltaicas e demais equipamentos acessórios tende a reduzir-se rapidamente em função do crescimento exponencial do mercado e, conseqüentemente, da produtividade.

Da mesma forma, o crescimento do mercado verificado nos quatro cantos do mundo estimula novas pesquisas e o conseqüente aumento de eficiência dos componentes foto-voltaicos.

Cada vez mais produtos estarão adaptados à utilização de energia solar, ampliando sua aplicação e estimulando a redução de custos.

Clique nos desenhos abaixo para ver a reprodução de dois esboços fornecidos pela Bayer onde são mostrados o funcionamento de uma célula solar e a aplicação do plástico nos módulos solares.

* Antonio Guarino de Souza é colaborador do JORNAL DE PLÁSTICOS. É Industrial de Plásticos Zarzur, ex-Presidente do Sebrae Nacional e nos representou nessa “prévia” da K 2001 de 10 a 14 de março, na Holanda


O melhor de tudo é saber que você conta com a gente.

Desenvolver bons relacionamentos é infinitamente mais gratificante do que ser apenas fornecedor ou comprador, pois as pessoas envolvidas atuam juntas na busca dos mesmos objetivos. Com a Ipiranga Petroquímica é assim: mantemos com nossos clientes uma relação de comprometimento, o que é motivo de orgulho e entusiasmo para cada um de nós.

L i g u e ( 5 1 ) 8 0 0 . 2 1 6 1 o u v i s i t e n o s s o
web site
www.ipq.com.br

Ipiranga Petroquímica
Compromisso com a sua satisfação

www.jorplast.com.br | Abertura | Índice da Edição do Mês | Próxima Matéria | Correio