Maio de 2004

 


Unipac lança pára-lamas para cavalo-mecânico

        A Unipac, indústria de transformação de plástico do grupo Jacto, adiciona mais um item em sua linha de produtos direcionada ao setor de autopeças: a empresa iniciou a fabricação de pára-lamas e meio pára-lamas para cavalo-mecânico.

         Destinados ao mercado de reposição de peças e também para ser fornecido como peça original em diversos tipos de caminhões, os pára-lamas serão produzidos para atender aos modelos de cavalos mecânicos existentes hoje no Brasil. No total, serão fabricados 11 tipos de pára-lamas e meio pára-lamas.

Expectativa de produção

        A produção destas peças faz parte das estratégias de crescimento da empresa no mercado de autopeças. A Unipac já detém a tecnologia e possui a experiência necessária para a fabricação destes produtos, o que a leva a investir ainda mais neste mercado e abrir novas frentes de negócios. Já estão em fase de conversação negociações com montadoras para o fornecimento dos pára-lamas como peça original dos veículos.

        As expectativas da Unipac são de transformar 120 toneladas de resina termoplástica para a fabricação destes produtos nas cores preta e cinza. Os pára-lamas serão moldados pelo processo de termoformagem, tendo em vista as características de produção, como dimensões e tecnologia disponível, e também o custo-benefício envolvido.

Matéria-prima

        A Unipac tem grande experiência na transformação de plásticos, material cada vez mais presente na indústria automobilística. O mercado de autopeças há muito reconhece a flexibilidade de aplicações das resinas plásticas e as vantagens oferecidas para sua transformação. A diversidade de processos de produção, o custo-benefício, o aspecto visual e a facilidade de reposição em caso de danos são alguns ganhos obtidos com a utilização desta matéria-prima.

Know-how

        Desde 1989, a Unipac fornece ao mercado de autopeças produtos produzidos em plástico, em substituição a outros materiais, mais caros e sujeitos à corrosão, como é o caso dos tanques de combustível para veículos pesados movidos a óleo diesel. Isto se deu por necessidade própria, quando os tanques de seus veículos produzidos em aço carbono apresentaram problemas de ferrugem.

        As contínuas inovações da Unipac são resultado das atividades de seu Departamento de Desenvolvimento de Novos Produtos, Processos e Materiais, composto de diretoria específica e uma equipe de profissionais sempre atualizados com as novas tendências nacionais e internacionais da indústria de transformação do plástico.

        Atualmente, a área de autopeças da Unipac também fabrica dutos de ar, peças de aparência, protetores para caçamba, reservatórios de arrefecimento, entre outros produtos para o setor, e tem como clientes empresas como Ford, General Motors, Scania, Volvo, Volkswagen, Visteon, Yamaha, Peugeot-Citroën, entre outras.

Perfil da Unipac

        A Unipac integra o Grupo Jacto, que é formado por empresas que atuam nos ramos agrícola, de transportes e meio ambiente. Há mais de 28 anos, a Unipac foca seus objetivos estratégicos no segmento de transformação de plástico. Executa 6 processos de transformação em seu parque industrial: Sopro, Injeção, Injeção Espumada Estruturada, Extrusão, Termoformagem e  Rotomoldagem e atende, atualmente, aos mercados automotivo, agropecuária, construção civil, consumo, logístico e embalagens industriais para os setores agroquímico, alimentício, fotoquímico,  limpeza, químico, entre outros, podendo processar mais de 16.000 toneladas/ano de resinas termoplásticas. Conta com cerca de 850 funcionários e 126 máquinas de transformação de plástico, instaladas em um total 30.000 m2 de área construída, referentes a quatro unidades fabris no Estado de São Paulo, sendo duas in house.

        A empresa está sempre na vanguarda tecnológica, já tendo desenvolvido mais de 2.000 moldes dos mais variados tamanhos, pesos e geometrias, numa variação de produtos que vão desde frascos de 60 ml, até tanques de 5500 litros. Esta capacitação permitiu à empresa alcançar um aumento de produtividade de 13% em 2003, índice que deve chegar a 10% neste ano. Em 2004, a empresa apresentou um aumento no faturamento em torno de 8%, taxa semelhante ao conquistado em 2003 em relação ao ano anterior.

 

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