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Maio de 2004 |
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Rhodia aumenta produção brasileira de plásticos de engenhariaA Rhodia Engineering Plastics, unidade estratégica de negócios da Rhodia Poliamida América do Sul, está aumentando em 20% a capacidade de produção de plásticos de engenharia, em sua unidade industrial instalada em São Bernardo do Campo (SP), para atender a crescente demanda de seus clientes do mercado brasileiro, Mercosul e de outros continentes. Com investimentos de meio milhão de reais em equipamentos e modernização de processos produtivos, a nova linha de produção entra em funcionamento já em junho próximo, exigindo a contratação de novas equipes de operação. Segundo Francisco Ferraroli, diretor da Rhodia Engineering Plastics, a unidade brasileira é uma das referências mundiais da empresa nesse segmento, atendendo mercados importantes como a indústria automobilística e de peças automotivas, indústrias de eletro-eletrônicos e outras variadas aplicações. Além de abastecer o mercado interno brasileiro, esta unidade tem um programa consistente de exportações de produtos para outros continentes, como a Ásia e América Norte. “Nos últimos anos, fizemos uma série de modernizações em nossos processos produtivos, que nos deram a possibilidade de criar esse programa de exportações diretas”, informa Ferraroli, acrescentando que as exportações indiretas são feitas através de segmentos onde são aplicados os plásticos de engenharia, caso da indústria automobilística instalada no Brasil, que está num período de fortes exportações. De acordo com Ferraroli, a Rhodia EP, a partir dos seus laboratórios de pesquisas e desenvolvimento, tem realizado um forte trabalho em novas aplicações para os plásticos de engenharia, principalmente para as indústrias automobilísticas e de peças automotivas. Em média, são criados 40 novos produtos por ano nesse segmento, aplicados na substituição de outros materiais utilizados para a fabricação de peças ou em soluções totalmente novas, como o sistema de injeção multicombustível de automóveis, onde as peças de plásticos são produzidas com a poliamida (náilon) da Rhodia. “Nesse sistema, o plástico de engenharia tem de suportar a troca de gasolina e álcool em distintas misturas, além de outros agentes químicos que estão no tanque de combustível”, explica. Na avaliação da Rhodia EP, a tendência do mercado de automóveis é ampliar a utilização de peças fabricadas com plásticos de engenharia, devido às vantagens técnicas, econômicas e de design. Nos últimos cinco anos, a quantidade desses plásticos nos automóveis dobrou de cinco para 10 quilos por veículo. |
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