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Maio de 2005 |
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EDITORIAL A hora e a vez do Rio de JaneiroFINALMENTE, APÓS 9 anos de estudos, análises e investimentos, estará sendo inaugurado, em junho, a Riopol, maior complexo integrado para a produção de polietilenos a partir do gás natural. LOCALIZADO em Duque de Caxias, no Estado do Rio de Janeiro, a conclusão dessa obra que, em plena capacidade, produzirá 540 mil toneladas daquela resina por ano, vem fazer justiça ao maior estado produtor de petróleo e gás natural do Brasil. A PROPÓSITO, no início de maio, a Secretaria de Estado de Energia, Indústria Naval e Petróleo do RJ, promoveu “workshop” de apresentação das potencialidades do Estado para o setor petroquímico e de processamento de plásticos. O evento foi realizado no Hotel Glória para executivos de 40 empresas transformadoras de material plástico do país interessadas em instalar-se no Estado, e contou, também, com uma palestra do diretor superintendente da Polibrasil, José Ricardo Roriz Coelho, sobre a importância da indústria do plástico na economia brasileira. NAQUELA OCASIÃO, o Secretário Wagner Victer afirmou que, até 2010, o Estado do Rio de Janeiro deverá chegar ao segundo lugar no “ranking” de maior produtor brasileiro de resinas. ESSES NÚMEROS, provavelmente, têm chace de se confirmarem pois José Ricardo Roriz, também durante o evento, reafirmou a intenção da Polibrasil em construir uma nova unidade no Rio de Janeiro para a fabricação de 400 mil toneladas de polipropileno, junto à nova refinaria da Petrobras a ser construída. VALE LEMBRAR que, em março passado, o governo fluminense e a Polibrasil já haviam assinado o termo de investimento para ampliação da atual fábrica, situada em Duque de Caxias. A expansão permitirá que a produção da Polibrasil seja aumentada em 80% (360 mil toneladas/ano). AO VERMOS ESSES NÚMEROS com perspectivas extremamente positivas para a economia fluminense (somados a outras iniciativas como a reativação da Indústria Naval, etc..) ficamos pasmos quando ainda perde-se tempo no estéril debate sobre a “desfusão” para retornarmos aos tempos de Estado da Guanabara e Estado do Rio de Janeiro. O QUE IMPORTA agora, é que os “cariocas” se consciemtizem de que também são “fluminenses”, não percam o “bonde da história” e caminhem juntos, com o restante do Estado do Rio de Janeiro, na concretização de uma unidade da federação com peso nas decisões políticas e econômicas nacionais. |
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