
EDITORIAL
BRASILPLAST CONSOLIDA SUA
POSIÇÃO NO CENÁRIO MUNDIAL
| HOJE, NO BRASIL, numa época em que quase sempre
as notícias são para retratar alguma coisa negativa, constitui-se, para o articulista, motivo de
prazer e, por que não, de orgulho quando surge a oportunidade de abordar iniciativas vitoriosas. FOI, INGAVELMENTE, o caso da Brasilplast 2001, que , como todos sabem, através da ampla divulgação em nossas páginas, aconteceu entre os dias 06 e 10/03 no Anhembi, em São Paulo. PODEMOS DAR NOSSO testemunho, pessoal, de que o que se apregoa sobre o fato de este evento ser o terceiro, em imprtância, a nível mundial, corresponde inteiramente à verdade. EM TODOS OS NOSSOS contatos, durante a realização da Feira, as opiniões, quase que unânimes dos expositores foram de perspectivas de excelentes negócios e ótimos contatos. VALE RESSALTAR A PRESENÇA de diversos expositores do exterior que se concentraram em “ilhas”, como foi o caso de Áustria, Itália e Taiwan, que apostaram no potencial do mercado brasileiro de plásticos. QUANTO A ORGANIZAÇÃO do evento, tanto para os expositores, quanto para os visitantes, houve uma melhoria notória com relação à infraestrutura, por exemplo, o crescimento em número e variedade de opções da oferta de locais para refeições. SE HOUVE ALGUM FATO destoante, talvez tenha sido o da escolha da própria data do evento - na semana seguinte ao caranaval - que dificultou, principlamente para os expositores, o trabalho de montagem de seus estandes. NÓS, DO JORNAL DE PLÁSTICOS, ficamos particularmente felizes com os resultados da Brasilplast 2001: nosso estande foi muito procurado, principalmente por interessados em cursar o CBIP - Curso Básico Intensivo de Plásticos - e os contatos estabelecidos para divulgação da FEBRAPLAST NET - Feira Virtual de Plásticos foram altamente promissores. TERMINADA A BRASILPLAST 2001, é hora de começarmos a trabalhar para que a Brasilplast 2003, daqui a dois anos, possa ser ainda maior e melhor, e continuar a demonstrar a pujança que o nosso setor de plásticos já atingiu e que, certamente, ainda será revigorada, pois nosso consumo per-capita de plásticos, segundo os dados mais recentes, atingiu ao patamar de 22 Kg/ano, muito baixo se comparado, p.ex. ao dos Estados Unidos que é de 155 Kg/ano. |
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