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Março de 2004 |
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NOTAS SINTÉTICAS• PARA INSTALAR UM LABORATÓRIO DE PESQUISA DE EMBALAGEM para o setor cosmético, a empresa norte-americana DuPont investiu, no Brasil, cerca de US$ 1 milhão. Com isso, espera obter um crescimento de vendas, em 2004, na ordem de pelo menos 15%. • A BORRACHA NATURAL NACIONAL VOLTOU A SER CONSIDERADA um ótimo investimento. Segundo a Comissão Nacional da Borracha da CNA (Confederação Nacional da Agricultura), é esperado que em 2004 sejam produzidas em torno de 100 mil tons., ou seja, uma produção competitiva que deverá substituir cada vez mais as importações. Mais de 75% da demanda do mercado interno é oriunda do setor de pneus, que prevê, para este ano, um crescimento de mais ou menos 20%. • A PETROQUISA (PETROBRÁS QUÍMICA) FECHOU O ANO DE 2003 com um lucro líquido de mais de R$ 250 milhões, revertendo, dessa forma, o prejuízo líquido obtido em 2002, que foi em torno de R$150 milhões. • JÁ A INDÚSTRIA QUÍMICA ALEMÃ BAYER registrou, em 2003, o maior prejuízo de toda sua história: com encargos de mais de US$ 3 bilhões, seu prejuízo operacional foi de mais de US$ 1,5 bilhões. • TAMBÉM A INDÚSTRIA QUÍMICA FRANCESA RHODIA está passando por momentos difíceis. A fim de evitar uma crise maior nos próximos anos, ela deverá levantar mais de US$ 1 bilhão em vendas de ações e bonus, além de já ter vendido sua divisão de ingredientes alimentícios a uma empresa dinamarquesa. • SEGUNDO A ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, em janeiro deste ano, houve um crescimento de quase 30% nas exportações, sendo que também o mercado interno apresentou uma demanda 20% maior da obtida no mesmo período em 2003. Para atender esse aumento potencial de demanda por máquinas e equipamentos, seus produtores devem investir cerca de R$ 6 bilhões nesse ano, ou seja, mais de 40% do que foi investido no ano passado. • A UNIPAR OBTEVE LUCRO LÍQUIDO, EM DE 2003, de mais de R$ 100 milhões, ou seja, praticamente igual ao obtido em 2002. Porém, sua receita bruta apresentou um crescimento de quase 35% em relação à mesma no ano anteiror. • A POLIBRASIL, MAIOR FABRICANTE DE POLIPROPILENO da América Latina, irá investir cerca de US$ 40 milhões em 2004, com o objetivo de criar uma nova unidade de compostos de PP, que será responsável pela produção de 35 mil tons/ano, além de aumentar sua produção em outras unidades, a fim de praticamente duplicar suas exportações. • A PQU - PETROQUÍMICA UNIÃO (SP) DEVERÁ INVESTIR, EM 2004, cerca de R$ 30 milhões em manutenção de equipamentos e meio ambiente. Além disso, está sendo aventada a hipótese de aumentar sua capacidade de produção de eteno para que chegue a ser de mais de 700 mil tons/ano. • A BASF, PRINCIPAL INDÚSTRIA QUÍMICA ALEMÃ, divulgou os resultados do 4º trimestre de 2003, que orçaram cerca de US$ 1 bilhão, apontando para um crescimento de 25% em relação ao mesmo período no ano anterior. • AINDA SOBRE A BASF: SUA MAIOR FÁBRICA DE tintas imobiliárias na América do Sul foi inaugurada em São Bernardo do Campo (SP). Para tanto, foi feito um investimento em torno de R$ 10 milhõe,s com o objetivo de ampliar em 30% a capacidade de produção de tintas, que deverá chegar a 180 mil tons/ano, sendo que sua unidade do Rio de Janeiro foi desativada e a produção foi transferida para São Paulo. • O SEGMENTO QUÍMICO NACIONAL DE CLORO-SODA deverá obter um crescimento, em 2004, na ordem de 5%. Segundo a Abiclor - Associação Brasileira da Indústria de Álcalis, Cloro e Derivados, os investimentos na construção civil deverão crescer, promovendo uma demanda de maiores quantidades de PVC para produção de janelas e tubos elétricos. Cabe lembrar que o cloro é a principal matéria-prima para a fabricação do dicloretano (EDC), matéria-prima básica para a fabricação de PVC. • O BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL (BNDES) aprovou um financiamento para a Elekeiroz (líder na fabricação de alcoóis) de mais de R$ 95 milhões, que será utilizado na atualização da área tecnológica e na recuperação das unidades da ex-Ciquine, assim como a preservação do meio-ambiente. Desde a aquisição da Ciquine, em 2002, a Elekeiroz ampliou em mais de 25% a exportação de alcoóis. • A INDÚSTRIA DE EMBALAGENS VOLTA A TER BOAS PERSPECTIVAS, após ter tido uma queda em sua produção física de mais de 6%, em 2003. Segundo a Abre (Associação Brasileira de Embalagens), há uma expectativa de aumento de faturamento em 10% para esse ano. • A ROMI, IMPORTANTE INDÚSTRIA DE MÁQUINAS, localizada em Santa Bárbara d’Oeste (SP), irá investir mais de R$ 15 milhões para ampliar a produção da unidade de fundição. Além de melhorar a oferta de peças fundidas e usinadas para exportação, o crescimento da unidade garante a demanda do mercado interno. Ela já investiu R$ 1 milhão para capacitar a central de usinagem para produção de moldes e matrizes. Em 2003 o faturamento da Romi cresceu mais de 32%, sendo que obteve um lucro líquido em torno de R$ 45 milhões. |
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