![]() |
Março de 2005 |
|
|
NOTAS SINTÉTICAS• O ANO DE 2004 FOI POSITIVO para o setor industrial, que apresentou um crescimento maior que o do setor agrícola no país. A Abimaq (Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos), por exemplo, divulgou que o parque industrial nacional cresceu mais de 15% no ano passado em relação ao ano anterior. • A RHODIA, GRUPO QUÍMICO FRANCÊS, deverá investir no Brasil, este ano, mais de R$ 30 milhões em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos. Segundo informações, os principais projetos a serem desenvolvidos serão os dos segmentos automotivos e de pneus, cosméticos e intermediários para medicamentos. • JÁ A RHODIA-STER DEVERÁ TROCAR DE NOME PARA M&G, sigla da empresa italiana controladora Mossi & Ghisolfi, que adquiriu, em 2002, os ativos de poliéster e de resinas PET do grupo químico da Rhodia. Em 2005, a Mossi & Ghisolfi pretende investir mais de US$ 150 milhões para a construção de uma nova fábrica de resinas de PET em Pernambuco. • DE OLHO NA RECICLAGEM E NA PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE, a empresa Polinova (RJ), integrante da Incubadora da Coppe (Coordenadoria dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro), vai utilizar embalagens de PET recicladas para trazer, ao mercado brasileiro, uma matéria-prima fabricada com tecnologia 100% nacional. Essa matéria-prima poderá servir de base para indústrias de piscinas, tanques, caixas-de-água, lanchas, tubos e outros artefatos. • O GRUPO UNIPAR FECHOU O ANO DE 2004 COM LUCRO RECORDE: mais de R$ 200 milhões, ou seja, 100% superior ao obtido no ano anterior. Segundo informações, tal resultado expressivo demonstra que o Grupo acertou em dar continuidade aos investimentos iniciados em 2000 – foram realizadas etapas importantes para a conclusão da Rio Polímeros (RJ), além de investimentos na expansão do Pólo Petroquímico do ABC paulista (SP) e com a ampliação da produção de cumeno da Divisão Química. • DAÍ 2004 TAMBÉM TER SIDO FAVORÁVEL À PETROQUÍMICA UNIÃO, empresa controlada pelo Grupo Unipar, que registrou lucro líquido de mais de R$ 186 milhões, enquanto o mesmo obtido em 2003 foi de R$ 74 milhões. Foram feitos investimentos na ordem de mais de R$ 60 milhões em atualizações das instalações existentes, desenvolvimento de programas relativos ao meio-ambiente e outros. Outra empresa controlada pela Unipar, a Petroflex, encerrou o ano passado com um lucro líquido mais de 60% superior ao obtido em 2003. • O GRUPO ALEMÃO BASF TAMBÉM TEVE SEU LUCRO LÍQUIDO, em 2004, acima de US$ 2,5 bilhões, ou seja, o dobro em relação ao obtido no ano anterior, que ficou em torno dos US$ 1,2 bilhão. A Basf pretende aplicar, durante os próximos 5 anos, mais de 200 milhões de Euros na América Latina, atendendo à modernização e ao aumento da capacidade de seu parque industrial. • A GAÚCHA POLO FILMS, INSTALADA EM MONTENEGRO (RS), resolveu triplicar sua capacidade de produção de polipropileno biorientado (BOPP), com o objetivo de acompanhar o crescimento da demanda e para ganhar participação no mercado nacional e exterior. Para tanto, foram investidos mais de US$ 40 milhões. O BOPP é empregado na produção de embalagens, rótulos, etiquetas de alimentos e cigarros. • A SANSUY, MAIOR FABRICANTE DE LAMINADOS FLEXÍVEIS DE PVC da América Latina, encerrou o ano passado com uma receita líquida 20% maior do que a obtida em 2003. Tal faturamento deveu-se ao crescimento do volume de vendas e aos reajustes dos preços dos produtos, que conseguiram acompanhar o aumento do preço do PVC. • JÁ A DEGUSSA, GRANDE FABRICANTE MUNDIAL de produtos químicos especiais, apesar de ter fechado o último trimestre de 2004 com lucro, ainda não está satisfeita com os preços de seus produtos, que, segundo informações, não conseguem fazer frente aos custos das matérias-primas. Sendo assim, deverão ocorrer elevações de preços de seus produtos, em 2005, de forma gradual, não acelerada, mas como uma tentativa de não ficar descompassada em relação aos fabricantes de produtos químicos básicos, que estão conseguindo repassar a alta dos custos das matérias-primas. • TAMBÉM GAÚCHA, A RANDON IMPLEMENTOS E PARTICIPAÇÕES, holding que controla 7 empresas, pretende entrar em 2005 para o grupo de empresas brasileiras com faturamento bruto superior a US$ 1 bilhão. Em relação às exportações, o setor de implementos para transporte pode tornar-se o responsável por 5% da receita obtida, cifra importante levando-se em conta a China, que vem se sobressaindo também em relação a essa produção. [ em relação às exportações de implementos para transporte, produtos dessa empresa, podendo vir a se tornar responsável por 5% da receita obtida em exportações.] • CONTANDO COM UM INVESTIMENTO NA ORDEM DE R$ 150 milhões, a Columbian Chemicals pretende implantar uma fábrica de negro-de-fumo, insumo utilizado principalmente na produção de pneus, em Camaçari (BA). Tal empreendimento deverá criar, no mínimo, cerca de 60 empregos diretos e contará com a Bahiagás – Companhia de Gás da Bahia, para o fornecimento de 80 mil m³ de gás/dia. Segundo informações, a chegada dessa nova fábrica é mais um desdobramento da criação de um “Pólo de Pneus” nesse estado brasileiro. • A POLIBRASIL, FORMADA PELA ASSOCIAÇÃO DA Suzano Petroquímica e da Basell Polyolefins, está ampliando sua produção de polipropileno para mais de 870 mil ton/ano até 2007 e deverá investir R$ 15 milhões em um programa de fidelização de seus clientes (brasileiros e sul-americanos). A Polibrasil já detém 45% de participação no mercado nacional da resina de polipropileno e irá oferecer, em relação à fidelização de seus clientes, garantia no contrato de fornecimento da resina, estudo para novas aplicações, serviços de laboratórios, maior autonomia e agilidade para a força de vendas, política de crédito e eventos de interesse do mercado. |
|
www.jorplast.com.br | Abertura | Índice da Edição do Mês | Próxima Matéria | Correio |