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Março de 2005 |
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Estatísticas mostram crescimento da indústria de fibras poliolefínicas em 2004“A indústria de fibras poliolefínicas fechou 2004 com um aumento estimado de 10% em sua produção, apesar dos grandes aumentos nos preços da matéria-prima básica, a resina termoplástica (polipropileno). Muitas empresas chegaram a tomar decisões defensivas contra esses aumentos constantes, como a criação de estoques.” A análise é do Presidente da AFIPOL (Associação Brasileira dos Produtores de Fibras Poliolefínicas), Ricardo Vivolo. As estatísticas também indicam que o faturamento do setor foi de cerca R$ 1,5 bilhão em 2004. Uma das vedetes dessa indústria foi o segmento de sacaria de ráfia, cuja produção, em toneladas, cresceu 11,4% em comparação a 2003. Segundo Vivolo, “dentro deste segmento, houve mercados que aumentaram o consumo de sacaria como o de açúcar e o de farinha; outros, como o de fertilizante, passaram por um processo de substituição da sacaria de ráfia pelos contentores flexíveis, os big bags. A produção de sacaria de ráfia, em unidades, também cresceu. O índice de produção da sacaria para açúcar subiu 20% em 2004 em comparação a 2003; a sacaria para farinha, que registrou queda de 10,1% em 2003 em relação ao ano anterior, em 2004 teve um aumento de 19,6% na produção. Já a produção de sacaria para fertilizantes caiu 4,8%. A AFIPOL (Associação Brasileira dos Produtores de Fibras Poliolefínicas) existe há 32 anos com o objetivo de estimular o mercado de fibras poliolefínicas. A entidade reúne, hoje, 47 empresas de todo o Brasil que atuam nas áreas de Sacaria, Fibras, Cordas e Redes de Pesca e de Proteção e Contentores Flexíveis (big bags). |
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