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EDITORIAL
3º MILÊNIO COM ESPERANÇAS...
ESTAMOS NOS APROXIMANDO do final de mais um ano e,
diferentemente das perspectivas sombrias de quando redigíamos o editorial de novembro de 99, os prognósticos
para 2001 são bastante positivos.
SE, POR UM LADO, os números de nossa economia apontam para a estabilidade, e o fantasma da volta da inflação
de um ano atrás parece definitivamente afastado, com relação aos de nosso setor, são
também bastante promissores, como atestam os dados publicados nesta edição, na pág.
14, em quadro intitulado “RESINAS TERMOPLÁSTICAS: ANÁLISE COMPARATIVA PRELIMINAR - 3o TRIMESTRE 2000”.
ISSO, ENTRETANTO, ainda não é o suficiente: acaba de ser divulgado, também, que a distribuição
do PIB no Brasil nunca foi tão perversa, isto é: sua concentração no sudeste e sul
cresceu muito em relação à das regiões mais pobres, como o nordeste.
QUANTO AOS PLÁSTICOS, ainda que os dados do consumo aparente de matérias primas apontem para um crescimento,
em 2000, quase três vezes maior que o do PIB, os transformadores, principalmente, vêem-se às
voltas com velhos problemas: taxa de juros altíssima, impossibilidade de repasse da elevação
de seus custos para os clientes, etc..
DE QUALQUER MANEIRA, já é uma situação completamente diferente, como dissemos, da do
final de 1999.
ACRESCE, A ISSO, a perspectiva da realização da Brasilplast 2001 de 05 a 10 de março próximos,
Feira hoje considerada a terceira em importância a nível mundial e que, por si só, já
aquece, tradicionalmente, os negócios do setor plástico nacional.
POR FALAR NISSO, também nesta edição, estamos “lançando”, na pág. 9, oficialmente,
a convocação, publicitária, para que o setor visite a Feira.
APROVEITAMOS o “gancho” para informar aos nossos prezados leitores, em primeira mão, que o JORNAL DE PLÁSTICOS
estará com um estande na Brasilplast divulgando não só nosso veículo, mas também,
o CBIP- Curso Básico Intensivo de Plásticos e a FebraplastNet - Feira Virtual de Plásticos
na Internet.
A HORA É de se “arregaçar as mangas” e torcer para que o bom senso faça com que sejam resolvidos
ou, pelo menos, minorados os problemas que ainda emperram nossa economia e que nos impedem de deslancharmos de
vez para a realização de uma nação com uma distribuição de riquezas mais
justa para nossa sofrida população.
ANTES DE ENCERRARMOS, gostaríamos de desejar, a todos nossos leitores, anunciantes, enfim, a todo o mercado
petroquímico/plástico, um felícissimo Natal e uma “virada” de ano especialmente alegre, plena
de paz e tranquilidade para um começo de 3o. milênio com muitas esperanças e realizações,
tanto a nível pessoal, quanto profissional.
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