JORNAL DE PLÁSTICOS - NOVEMBRO DE 2000

| COM O OBJETIVO DE AMPLIAR A PRODUÇÃO
DE POLIPROPILENO, a Polibrasil irá investir cerca de U$ 50 milhões em suas fábricas. Mas, para que isso venha acontecer, ela precisará garantir o aumento do fornecimento do propeno pela Refinaria do Paraná (Repar). TAMBÉM ESTÁ SENDO AVERIGÜADA PELA POLIBRASIL a possibilidade de fabricar polietileno. Tal plano coincide com a venda da Politeno, notória fabricante desse produto, que acontecerá junto com o leilão da Copene, em meados de dezembro/2000. POR FALAR EM POLIETILENO, A CPP (Companhia Petroquímica Paulista) está estudando o projeto de construção de duas novas fábricas na fronteira do Brasil com Bolívia, com o objetivo de reduzir o preço da matéria prima, ou seja, do gás natural boliviano. COM TODO ESSE INTERESSE VOLTADO Á PRODUÇÃO DE POLIETILENO, o mercado brasileiro de eteno, principal matéria prima para a fabricação dessa resina termoplástica, também está se ampliando. A Copesul, uma das três centrais petroquímicas produtoras de eteno, por exemplo, deseja aumentar sua produção em 450 mil tons/ano. O GRUPO IPIRANGA OBTEVE ÊXITO COM A CONSTRUÇÃO da Ipiranga Chile, que iniciou sua produção em janeiro de 2000. Essa fábrica conta com a articipação de vários sócios e, segundo seu diretor geral, é a única distribuidora de produtos plásticos, combustíveis e óleos no Chile. A PETROFLEX RECEBERÁ UM EMPRÉSTIMO DO BNDES DE R$ 34 milhões, sendo que cerca de 50% serão destinados a sua unidade em Duque de Caxias (RJ), com o sentido de desenvolver projetos de segurança industrial, meio ambiente eprogramas relacionados ao aumento de qualidade e produtividade. |
A UNIGEL É UM DOS GRUPOS EMPRESARIAIS QUE ESTÃO
investindo na ampliação do setor petroquímico no Brasil. Com um faturamento 10% maior que
no ano de 1999, esse grupo está se preparando para duplicar sua produção até 2002 em
suas três filiadas: Acrinor (BA), Metacril (BA) e Companhia Brasileira de Estireno (SP). O PRÊMIO CIDADE DO RIO DE JANEIRO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA foi foncedido à profª Eloisa Mano, do Instituto de Macromoléculas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), por seu trabalho de pesquisa na área de reciclagem de plástico urbano, que estuda a possibilidade de transformar as 8 mil tons/dia de lixo, despejadas nos aterros sanitários da cidade, em materiais utilizáveis tanto na indústria civil, como na automobilística. TAMBÉM OCORREU NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO (RJ) a 20ª reunião organizada pela Apla (Associação das Empresas Químicas e Petroquímicas da América Latina), coordenada pelo diretor da Polibrasil, José Ricardo Roriz Coelho (que também ocupa o cargo de diretoria da Apla), com o objetivo de debater as conseqüências das aquisições e fusões de empresas desses setores nesse ano. Entre os participantes estavam a Dow, Petrobrás, Ipiranga Petroquímica e, naturalmente, a Polibrasil, entre outras. A MERCOPLAST RIO 2000, conforme o JORNAL DE PLÁSTICOS, divulgou e promoveu, em suas últimas edições, foi realizada, na Firjan, entre os dias 21 e 23 de novembro. A seção de abertura contou coma presença de destacads personalidades como Merheg Cachum, Pres. da Abiplast, Giilberto Jaramillo, Pres. do Simperj, Roberto Villa, Pres. da Rio Polímeros, além do Pres. da Firjan, Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira e Wagner Victer, Secretário Est. de Energi, Ind. Naval e Petróleo do Rio. ALIÁS, FOI DIGNO DE NOTA, o puxão de orelha que o Secretário Victer deu, ao discursar, no BNDES . Segundo suas informações, o financiamento para o Pólo Gás Químico do RJ teria a parte americana, através do Eximbank, liberada antes da da do BNDES. |
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SUA SATISFAÇÃO.
Ipiranga Petroquímica |